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PF faz operação em Brasília contra suspeito de compartilhar pornografia infantil
As penas, em caso de condenação, podem ultrapassar os 10 anos de reclusão, além de multa
atualizado
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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25/4), a operação “Nada fica em oculto”, com o objetivo de reprimir crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes e dar cumprimento a um mandado judicial de busca e apreensão na residência de um investigado no Distrito Federal.
Investigações iniciadas pelo Grupo Especial de Repressão ao Abuso Sexual Infanto-Juvenil da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, vinculado à também recém-criada Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), apontaram que o homem teria armazenado em sua conta de e-mail, bem como compartilhado em suas redes sociais, diversas fotografias contendo pornografia infantil. O trabalho da PF contou com o auxílio de cooperação internacional.
A conduta apurada incide em crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como armazenar por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente, bem como na disponibilização/publicação de conteúdo com pornografia infanto-juvenil. As penas, em caso de condenação, podem ultrapassar os 10 anos de reclusão e multa.
Nada fica em oculto
O nome da operação tem como objetivo evidenciar que nem mesmo a empreitadas criminosas realizadas em ambiente virtual de internet ou na deep web – que contam com atos cuidadosamente sorrateiros de criminosos – ficam ocultas aos olhos das autoridades brasileiras.
