PCDF descarta que agressor de mulher no Sudoeste é morador de rua
Investigação aponta que o suspeito pela agressão a mulher estava bem vestido, com tênis e roupas de marca, além de estar com cabelo cortado

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou que o homem que atacou e enforcou uma mulher de 42 anos, na tarde dessa sexta-feira (7/8), em um prédio no Sudoeste (DF) seja uma pessoa em situação de rua. Após analisar minuciosamente câmeras de segurança da região, a investigação apontou que o suspeito estava bem vestido, usando tênis e roupas de marca, além de estar com cabelo cortado.
Apesar de descartar a condição do suspeito, a Polícia Civil está em buscas pelo paradeiro do homem que agrediu a vítima enquanto ela aguardava a chegada de um carro de aplicativo no pilotis do prédio onde ela morava.
A PCDF conseguiu confirmar através das imagens de que a agressão não se tratava de um assalto, assim como a mulher havia alegado inicialmente. Segundo relatos da vítima, ela não conhecia o autor e este teria vindo caminhando em via pública do interior da SQSW 104, adentrado o pilotis do seu prédio e a derrubado ao chão. Mesmo ela estando com uma bolsa e aparelhos celulares, nada foi levado pelo agressor.

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Ver todasApós analisar minuciosamente câmeras de segurança da região, a Polícia Civil conseguiu visualizar o suspeito pela última vez passando em frente ao supermercado Donas de Casa, na SQSW 104 e adentrando no perímetro do prédio.
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As imagens do circuito interno mostram o momento em que a mulher está parada de cabeça baixa olhando para o celular, segundos depois aparece um homem correndo em sua direção. Ele agarra o pescoço da vítima e depois a derruba no chão — ela não apresenta nenhuma reação. Após o ocorrido, o homem foge correndo e ela permanece deitada no chão.
À Polícia Civil, a mulher afirmou que perdeu momentaneamente os sentidos depois de ser derrubada. Ela sofreu ainda lesões no pé, na região das costelas, escoriações leves no rosto e no pescoço, além de ter tido um sangramento pelo nariz.
A vítima foi socorrida por uma moradora e depois passou por uma avaliação do Samu — que a liberou sem a necessidade de encaminhar ao hospital. À polícia, contou que o suspeito não levou nenhum dos objetos pessoais e que também não reconheceu o agressor. Além disso, acredita que ele poderia estar sob efeitos de entorpecentes ou em surto psicótico.
O caso está sendo investigado como lesão corporal pela 3ª DP do Cruzeiro. O homem não havia sido identificado até a última atualização desta reportagem.




