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Na Mira

Networking do crime: clientes indicavam traficantes para compradores

Os traficantes vendiam drogas de alto valor com negociação por apps e pagamento via Pix; quilo podia chegar a R$ 14 mil

06/02/2026 08:42, atualizado 06/02/2026 09:02
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Reprodução / PCDF
Networking do crime: clientes indicavam traficantes para compradores

Dois traficantes foram presos na manhã desta sexta-feira (6/2) durante a Operação Theya, deflagrada por policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro). Os alvos foram capturados dentro de suas próprias residências. Ao todo, sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Taguatinga e Ceilândia, no Distrito Federal.

Durante a ação, os investigadores apreenderam drogas, aparelhos celulares e diversos materiais que reforçam as provas contra o grupo criminoso.

Um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores foi o networking criminoso estruturado, no qual os próprios clientes indicavam os serviços dos traficantes. As negociações incluíam a definição prévia dos locais de entrega e a manutenção de estoque para pronta distribuição. A divisão de funções era clara e eficiente, envolvendo fornecedores, distribuidores e responsáveis pelo transporte das substâncias entorpecentes.

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Drogas escondidas em um armário
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Drogas escondidas em um armário

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Traficante preso

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Entenda o caso:

  • As investigações tiveram início após a prisão de um traficante em Ceilândia.
  • A partir dessa detenção, a polícia conseguiu mapear toda a estrutura da quadrilha, identificando outros seis envolvidos.
  • O grupo atuava de forma altamente organizada, compartilhamento de clientes, fornecedores e uma logística bem definida para a distribuição das drogas.

O quilo da droga chegava a R$ 14 mil

O grupo tinha como principal foco a venda de drogas de alto valor, como colômbia gold, skunk, dry e gold, com negociações realizadas diretamente por aplicativos de mensagens e pagamentos feitos via Pix.

As apurações apontam que o quilo da droga comercializada podia chegar a R$ 14 mil, evidenciando o alto lucro movimentado pela organização.

Prints da mensagens e vendas pelo WhatsApp: 

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Após as prisões, os investigados foram encaminhados à carceragem da Divisão de Custódia e Controle de Presos (DCCP/PCDF), onde permanecem à disposição da Justiça.