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Mulheres fraudam dados bancários e causam prejuízo de R$ 90 mil

As suspeitas foram surpreendidas pelos policiais e detidas no momento em que se passavam por outras pessoas

atualizado

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cartão banco- dados bancários
1 de 1 cartão banco- dados bancários - Foto: Divulgação/Freepik

Policiais civis da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV/CORF) prenderam em flagrante duas mulheres suspeitas de integrar um grupo criminoso especializado em fraudes bancárias.

Segundo as investigações, a quadrilha utilizava dados de terceiros para promover alterações cadastrais e movimentações financeiras ilícitas. O prejuízo financeiro das vítimas pode chegar a R$ 90 mil.

As suspeitas foram surpreendidas pelos policiais e detidas no momento em que se passavam por outras pessoas, com o objetivo de viabilizar alterações cadastrais e, em seguida, efetuar saques e transferências. Uma das suspeitas é graduada em direito.

As investigações tiveram início após a área de segurança de um banco identificar a alteração indevida de biometria vinculada à conta de clientes, realizada nas dependências de um órgão público federal.

Na mesma data, a Polícia Civil foi acionada por uma agência bancária na Asa Sul, que detectou uma tentativa de cadastramento fraudulento de assinaturas e biometria em contas correntes de terceiros.

Durante a ação, foram apreendidos aparelhos celulares e o carro que era utilizado pelas investigadas. No interior do veículo, a equipe localizou extratos bancários em nome de diversas pessoas, além de pertences e documentos que serão analisados.

Segundo as investigações, há indícios de que um colaborador interno da instituição financeira possa estar repassando informações sigilosas ao grupo criminoso. A hipótese levantada ainda será apurada pela Polícia Civil.

Operação Liveness

A operação policial foi intitulada de Liveness, em referência ao mecanismo de verificação adotado por instituições financeiras para autenticar usuários em processos de cadastramento biométrico.

A denominação foi escolhida em alusão ao modus operandi das investigadas, que visavam burlar esse sistema de segurança.

As presas devem responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato mediante fraude eletrônica e falsa identidade, cujas penas somadas podem ultrapassar 15 anos de reclusão.

O material apreendido será submetido a exames periciais.

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