Mulher morta a facadas atrás de escola em Ceilândia é identificada
Mulher foi assassinada a facadas na madrugada desta quinta-feira (13/8) atrás do CEF 35, de Ceilândia (DF). Corpo ainda não foi reclamado

A mulher que foi esfaqueada e morta na QNN 3, atrás do muro do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 35 de Ceilândia Norte (DF), na última quinta-feira (13/8), foi identificada como Hildene Rodrigues da Silva, de 37 anos. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou a informação e afirmou que o corpo ainda não foi reclamado por familiares.
Veja:
O autor do homicídio ainda não foi identificado e segue foragido.
Entenda o caso:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles- Uma mulher foi esfaqueada diversas vezes na QNN 3 de Ceilandia Norte (DF), na madrugada desta quinta-feira (13/8). Ela morreu após ser levada ao hospital em estado grave.
- O esfaqueamento contra a vítima aconteceu por volta das 5h50 da manhã. No local, as equipes dos bombeiros encontraram a mulher com várias perfurações provocadas por arma branca.
- Diante da gravidade das lesões, ela foi transportada ao Hospital Regional de Ceilândia, mas morreu no hospital.
Mulher foi morta atrás de escola
A mulher foi atacada atrás do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 35 de Ceilândia Norte (DF). O local é conhecido na região como ponto de tráfico e consumo de drogas. No exato ponto do esfaqueamento, uma pichação estampa o muro da escola: “Esperança e paz”.
Uma moradora da região que pediu para não ser identificada afirmou que crimes e brigas são comuns no local.
“Eles [usuários de drogas] sempre se desentendem, é um esfaqueando o outro. Direto tem isso”, disse.
Ela ainda conta que não costuma sair de casa ao anoitecer e que outros moradores adotam a mesma medida de segurança.
Secretaria de Educação
Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) lamentou o episódio que levou à morte da mulher na madrugada de quinta-feira e esclareceu que a ocorrência foi registrada fora da escola, em horário em que a escola não estava funcionando e não envolveu estudantes ou servidores.
“A equipe gestora da unidade já mantém interlocução com as forças de segurança pública com o objetivo de reforçar as ações preventivas e ampliar o monitoramento no entorno da escola. A situação também é acompanhada pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia”, afirma a nota.












