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Na Mira

Mulher baleada por ex-companheiro no DF foi atingida na cabeça e no tórax

O crime ocorreu na Candangolândia nessa quinta-feira; antes dos disparos, o suspeito, que segue foragido, deu murros e socos na vítima

16/10/2026 07:52, atualizado 16/10/2026 08:35
Imagem cedida ao Metrópoles
Mulher baleada na cabeça na Candangolândia

A mulher que foi baleada pelo ex-companheiro na QR 1A da Candangolândia, no Distrito Federal, na noite de quinta-feira (15/10), foi atingida na cabeça e no tórax. Segundo testemunhas foram ouvidos ao menos três disparos de arma de fogo. Antes de atirar, o suspeito também agrediu a vítima. Ele segue foragido. O caso é investigado como tentativa de feminícidio.

A vítima foi identificada como Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, de 30 anos. Segundo a mãe de Mayara, Josi Varela, a filha havia registrado um boletim de ocorrência contra o ex-companheiro André Eduardo, mas não possuía medida protetiva. A vítima tem uma filha com ele.

Segundo a família, Mayara estava separada de André havia dois anos e, recentemente, havia recorrido à Justiça para cobrar a pensão alimentícia da filha que os dois têm juntos.

Após o crime, ela foi resgatada em estado gravíssimo pela equipe Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e levada ao Pronto-Socorro do Hospital de Base de Brasília em quadro de parada cardiorrespiratória e com lesões de alta severidade. Segundo a família, ela está internada em estado grave e respira com ajuda de aparelhos.

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Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da agressão e dos tiros. No registro, o homem agride a mulher com murros e chutes na rua antes de atirar. Após o ataque, ele foge do local.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informou que foi acionada pelo Centro de Operações Policiais Militares (Copom). No local, militares do Grupo Tático Operacional (Gtop 45), pertencente ao 25º Batalhão, confirmaram o crime e isolaram a cena para o trabalho de resgate.

Mãe ouviu os disparos

A mãe Josi Varela contou que ouviu os disparos, mas não imaginou que a filha fosse a vítima.

Ao perceber a demora de Mayara, que costuma ser pontual, ligou para o celular dela. A ligação foi atendida por uma médica, que informou que a jovem havia sido baleada.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal como tentativa de feminicídio.

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