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Morre mulher baleada com 13 tiros a mando de ex-fotógrafo da Globo
Dois dias antes do crime, o fotógrafo ameaçou a mulher por dívida e disse que seria a última cobrança por mensagem
atualizado
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A mulher de 36 anos que foi baleada com mais de 13 tiros (foto em destaque) devido a uma dívida com um ex-fotógrafo da Rede Globo morreu nessa segunda-feira (1º/9). Bianca Santos Villaça Caetano estava em estado grave desde o atentado.
Ela foi rendida ao sair de casa, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No momento do ataque, a vítima estava acompanhada da família, inclusive de uma criança.
Assim que Bianca entrou no carro, outro veículo se aproximou. O atirador desceu e começou a disparar, como mostram as imagens de uma câmera de segurança.
Para confirmar a execução, o criminoso ainda abriu a porta do carro e atirou mais vezes.
O vídeo é forte:
Mais detalhes:
- Bianca tinha pegado um empréstimo como o ex-fotógrafo da Globo, identificado como Diogo da Silva Marques, de 36 anos, conhecido como Diogo Marley.
- Ele foi preso por policiais civis da 33ª DP (Realengo), com apoio da 17ª DP (São Cristóvão) e da 54ª DP (Belford Roxo).
- Na delegacia, Diogo prestou depoimento e negou o crime, embora tenha admitido ter ameaçado a vítima após um empréstimo.
- Segundo as investigações, Diogo vinha cobrando insistentemente uma dívida contraída pela vítima.
- Contra o suspeito, foi cumprido um mandado de prisão preventiva por tentativa de homicídio.
Investigação
Segundo as investigações, dois dias antes da tentativa de homicídio, ele ameaçou a mulher em razão de uma dívida financeira. Por meio de mensagens, afirmou que, se o valor não fosse pago até determinado horário, aquele seria o último dia em que a cobraria por telefone.
Por mensagem, Diogo ameaçou: “Olha só, é melhor você me pagar. Quero um bom dinheiro até segunda [14 de julho]”. Uma semana depois, Diogo cobrou: “Não vou mais ficar ouvindo história. Acabou essa p*rra! Não vou mais ficar mandando mensagens não!”.
Veja os prints:
As investigações seguem em andamento buscando possíveis outros envolvidos na ação criminosa.
Diogo também era alvo de um mandado de prisão temporária, expedido pela 2ª Vara Criminal da Capital.
















