Na Mira

Médico é preso por estuprar pacientes em clínicas e postos de saúde

Durante as investigações, constatou-se que duas mulheres, de 19 e 24 anos, e uma adolescente de 14 anos foram vítimas do médico

atualizado

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Reprodução / Redes sociais
Médico é preso por estuprar pacientes em hospital particular e público
1 de 1 Médico é preso por estuprar pacientes em hospital particular e público - Foto: Reprodução / Redes sociais

Um médico clínico geral de 29 anos, que atuava em consultórios particulares e postos de saúde da rede pública, foi preso nesta terça-feira (3/2) pelos crimes de estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Identificado como Gustavo Lopes de Oliveira (foto em destaque), o investigado foi capturado em Seabra (BA) pela Polícia Civil da Bahia.

No total, foram cumpridas três ordens judiciais de busca e apreensão, uma na residência do suspeito e duas nas clínicas onde ele trabalhava, com o objetivo de buscar novos elementos que corroborem as apurações.

Investigação

Durante as investigações, constatou-se que duas mulheres, de 19 e 24 anos, e uma adolescente de 14 anos foram vítimas do médico. Uma das apurações aponta que o suspeito, aproveitando-se do cargo, praticava violência psicológica e sexual contra sua ex-assistente. Já em relação às demais vítimas, pacientes dele, os abusos ocorriam durante consultas e exames em clínicas e postos de saúde onde trabalhava.

O caso veio à tona após familiares de uma das vítimas notarem mudanças em seu comportamento. Ela relatou fatos ocorridos desde o ano passado, incluindo comentários inoportunos e outros atos libidinosos.


Mais detalhes:

  • As investigações foram conduzidas pela 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Seabra) e pela 1ª Delegacia Territorial da cidade.
  • Equipes do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti/Diamantina) localizaram o homem no bairro Tamboril, em Seabra.
  • Ele foi conduzido à unidade policial, onde um mandado de prisão temporária foi cumprido. O investigado segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário.

Com a prisão, a Polícia Civil acredita que outras mulheres denunciarão possíveis crimes ainda ocultos. As vítimas podem acionar o Disque 100, o 180 ou registrar ocorrência presencial em qualquer delegacia.

A coluna Na Mira tenta localizar defesa do médico. O espaço segue aberto para posicionamentos.

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