Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Mãe que teve dedo arrancado já tinha sido amarrada pelo próprio filho

Durante cerca de dez dias, o filho usou o celular da mãe, que é professora aposentada, para tentar manter a rotina e evitar suspeitas

26/11/2025 02:45
Reprodução / Redes sociais
Mãe que teve dedo arrancado já tinha sido amarrada pelo próprio filho

Maurício Roschel Gonçalves Garcia, de 28 anos, matou a mãe, Eliana Roschel, 61, professora aposentada, e já havia cometido outras agressões contra ela. Familiares revelaram que há cerca de dois anos Maurício amarrou a mãe com fita adesiva e roubou o dinheiro da conta bancária dela. Na época, Eliana não registrou a ocorrência, acreditando que o filho mudaria.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Desta vez, após uma discussão em sua casa em Parelheiros (SP), Maurício empurrou a mãe, que bateu a cabeça em uma escada e ficou desacordada. Ele a colocou no sofá e fugiu, retornando dois dias depois. Ao encontrar o corpo sem vida, o estudante de Direito enrolou a mãe em um lençol, arrancou um dedo dela para acessar o celular e a conta bancária, colocou o cadáver no carro dela, desovou-o em uma estrada de terra e ateou fogo.

Veja imagens:

Mãe que teve dedo arrancado já tinha sido amarrada pelo próprio filho - destaque galeria
6 imagens
Estudante de Direito, Maurício passou cerca de dez dias utilizando o celular da mãe para não levantar suspeitas
A vítima era professora aposentada e foi morta pelo filho, aos 61 anos
Maurício foi preso após assaltar um banco
Familiares disseram que, há alguns anos, Maurício agrediu a mãe. Mas ela não registrou ocorrência por acreditar que ele mudaria
Maurício foi preso preventivamente e aguarda as investigações
Maurício Gonçalves Garcia, de 28 anos, empurrou a mãe durante a uma discussão e a deixou desacordada em casa
1 de 6

Maurício Gonçalves Garcia, de 28 anos, empurrou a mãe durante a uma discussão e a deixou desacordada em casa

Reprodução / Redes sociais
Estudante de Direito, Maurício passou cerca de dez dias utilizando o celular da mãe para não levantar suspeitas
2 de 6

Estudante de Direito, Maurício passou cerca de dez dias utilizando o celular da mãe para não levantar suspeitas

Reprodução / Redes sociais
A vítima era professora aposentada e foi morta pelo filho, aos 61 anos
3 de 6

A vítima era professora aposentada e foi morta pelo filho, aos 61 anos

Reprodução / Redes sociais
Maurício foi preso após assaltar um banco
4 de 6

Maurício foi preso após assaltar um banco

Reprodução / Redes sociais
Familiares disseram que, há alguns anos, Maurício agrediu a mãe. Mas ela não registrou ocorrência por acreditar que ele mudaria
5 de 6

Familiares disseram que, há alguns anos, Maurício agrediu a mãe. Mas ela não registrou ocorrência por acreditar que ele mudaria

Reprodução / Redes sociais
Maurício foi preso preventivamente e aguarda as investigações
6 de 6

Maurício foi preso preventivamente e aguarda as investigações

Reprodução / Redes sociais

Maurício foi preso no sábado (22/11) pela Polícia Civil de São Paulo e confessou o crime. A vítima tinha 61 anos. O crime, ocorrido em 10 de novembro, só foi descoberto após Maurício assaltar um posto de combustível.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Durante cerca de dez dias, Maurício usou o celular da mãe para tentar manter a rotina e evitar suspeitas, respondendo mensagens em seu nome. Familiares revelam que, há cerca de dois anos, ele já havia agredido a mãe, amarrando-a com fita adesiva e roubando seu dinheiro, mas ela não registrou a ocorrência, acreditando que ele mudaria.

Maurício foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do Cambuci, na zona central de São Paulo. A Justiça decretou prisão temporária de 30 dias enquanto a investigação segue em andamento.