Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Influenciadora executada: casa onde mulher foi morta tinha sigla de facção.

O crime ocorreu em Mãe do Rio, no Pará. A influenciadora executada havia sido presa em julho investigada pela morte de um policial

16/09/2026 11:50
Imagem cedida ao Metrópoles
Casa onde influenciadora foi executada tinha sigla de facção do RJ

Na fachada da casa onde a influenciadora digital Evellyn Dantas foi executada a tiros, uma pichação com a sigla “TCP”, referente ao Terceiro Comando Puro, foi encontrada. A facção é apontada como uma das principais organizações criminosas do Rio de Janeiro. O crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira (16/9), em Mãe do Rio, no Pará.

Em julho deste ano, Evellyn Dantas foi presa sob suspeita de participação na morte do sargento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves. O policial foi rendido e assassinado em frente a um supermercado.

Vídeo da morte do policial:

Morte da influenciadora

A Polícia Militar do Pará foi acionada para atender a ocorrência. Segundo testemunhas, dois homens invadiram a casa de Evellyn. A influenciadora teria sido arrastada até a entrada da residência, onde foi morta a tiros.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

A polícia investiga se a pichação com a sigla TCP tem alguma relação com o assassinato.

Imagens:

Influenciadora executada: casa onde mulher foi morta tinha sigla de facção - destaque galeria
3 imagens
influenciadora digital Evellyn Lima Dantas foi encontrada morta a tiros
Evelyn estava em liberdade provisória e era investigada por suspeita de envolvimento na morte do sargento da PM Antônio Anildo Alves
Na fachada do imóvel da vítima, foi encontrada uma pichação com a sigla TCP, referente ao Terceiro Comando Puro
1 de 3

Na fachada do imóvel da vítima, foi encontrada uma pichação com a sigla TCP, referente ao Terceiro Comando Puro

Imagem cedida ao Metrópoles
influenciadora digital Evellyn Lima Dantas foi encontrada morta a tiros
2 de 3

influenciadora digital Evellyn Lima Dantas foi encontrada morta a tiros

Imagem cedida ao Metrópoles
Evelyn estava em liberdade provisória e era investigada por suspeita de envolvimento na morte do sargento da PM Antônio Anildo Alves
3 de 3

Evelyn estava em liberdade provisória e era investigada por suspeita de envolvimento na morte do sargento da PM Antônio Anildo Alves

Reprodução / Redes sociais

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Sargento assassinado

Evellyn estava em liberdade provisória e era investigada por suspeita de envolvimento na morte do sargento da PM. Outras quatro pessoas também foram presas durante as investigações.

Segundo a Polícia Civil, quatro homens encapuzados chegaram ao estabelecimento em um carro no dia do crime e abriram fogo contra o militar. O sargento foi atingido na cabeça. Após o ataque, os suspeitos fugiram.

Durante a operação, Evellyn também foi autuada em flagrante por tráfico de drogas. De acordo com a polícia, foram apreendidas com ela porções de maconha e cocaína, além de dois carregadores de arma de fogo.

A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do assassinato de Evellyn Dantas.