Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Homem foge após matar mulher na frente da filha de 4 anos e é procurado.

O feminicídio ocorreu por volta das 19h dessa segunda-feira (7/9), no Itapoã (DF). A mulher caminhava na rua quando foi atacada pelo homem

08/09/2026 08:05, atualizado 08/09/2026 10:20
Reprodução / Redes sociais
Homem foge após matar mulher na frente da filha de 4 anos e é procurado

Após esfaquear e matar a companheira no Itapoã (DF), Anderson Gonçalves teria mandado a criança de 4 anos, que viu a mãe ser assassinada, correr. A informação foi repassada à polícia, que apura todos os detalhes do crime. Flávia Gomes da Silva, 35 anos, caminhava pela rua acompanhada da filha quando foi abordada e atacada. Após o crime, o homem fugiu. Ele está sendo procurado pela polícia.

O crime ocorreu na noite desta segunda-feira (7/9). Após o feminicídio, o suspeito fugiu de carro, em direção a Planaltina (DF), e permanece foragido até a publicação desta matéria.

O caso é apurado pela 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá).

Imagens:

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Homem foge após matar mulher na frente da filha de 4 anos e é procurado - destaque galeria
6 imagens
Flávia Gomes da Silva, 35 anos
Mulher foi morta no Itapoã (DF)
Vítima foi morta na frente da filha de 4 anos
Homem fugiu após matar companheira, mas foi preso no dia seguinte
Flávia Gomes era frentista
Anderson Gonçalves, 44 anos, matou a companheira a facadas
1 de 6

Anderson Gonçalves, 44 anos, matou a companheira a facadas

Imagem cedida ao Metrópoles
Flávia Gomes da Silva, 35 anos
2 de 6

Flávia Gomes da Silva, 35 anos

Imagem cedida ao Metrópoles
Mulher foi morta no Itapoã (DF)
3 de 6

Mulher foi morta no Itapoã (DF)

Reprodução/@radarparanoa
Vítima foi morta na frente da filha de 4 anos
4 de 6

Vítima foi morta na frente da filha de 4 anos

Reprodução / Redes sociais
Homem fugiu após matar companheira, mas foi preso no dia seguinte
5 de 6

Homem fugiu após matar companheira, mas foi preso no dia seguinte

Reprodução / Redes sociais
Flávia Gomes era frentista
6 de 6

Flávia Gomes era frentista

Reprodução / Redes sociais

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada, mas, quando chegou ao local, o homem já havia fugido.

Discussão e relacionamento conturbado

Testemunhas relataram aos policiais que ouviram uma discussão entre o casal momentos antes do crime. Familiares que estiveram no local também disseram que Flávia e Anderson mantinham um relacionamento conturbado.

A irmã da vítima ficou sabendo do crime após a nora de Flávia avisar, por telefone, o que havia ocorrido. Conforme relato à polícia, parentes relataram que o casal se relaciona desde 2017, período em que a vítima estava grávida.

A irmã ressaltou que a criança de 4 anos, que presenciou o crime, é filha do casal e disse também que, em duas ocasiões distintas, presenciou Anderson agredir Flávia. Outro ponto destacado é que, no celular da vítima, há mensagens que mostram conversas contendo violência.


Mais detalhes:

  • Ainda de acordo com a irmã, apesar das agressões, Flávia nunca chegou a registrar boletim de ocorrência.
  • A parente disse que eles não estavam morando oficialmente juntos, mas que Anderson frequentava constantemente a residência da vítima.
  • Também foi relatado no boletim de ocorrência que Anderson fazia uso excessivo de bebidas alcoólicas, principalmente nos finais de semana.
  • A declarante reforçou que Flávia já havia feito reclamações sobre o comportamento de Anderson.
  • Após o crime, ele teria ido à casa onde a vítima morava. A irmã não soube informar se ele foi procurar a filha de 4 anos, a quem teria mandado correr.

Vídeo onde a vítima foi morta:

Comoção nas redes sociais

Amigos e conhecidos de Flávia lamentaram a morte dela nas redes sociais e pediram justiça. Entre os comentários, estavam mensagens como: “Que a justiça seja feita” e “Nossa, que triste. Ela era uma pessoa muito simpática e tinha um coração gigante. Que a justiça seja feita”.

Em outro comentário, uma conhecida lamentou a forma como Flávia morreu: “Dói no coração ver uma amiga partir assim, na covardia, e ver o corpo estirado no chão. Logo a Flavinha. Pessoa boa! Que seja feita justiça”.

Busque ajuda, se você estiver sofrendo violência doméstica - Metrópoles