Funcionário de escola é preso por estuprar aluna de 4 anos. Mãe denunciou
Funcionário de colégio foi localizado em casa pela Polícia Civil após denúncia da mãe da vítima. Perícia confirmou as agressões sexuais

Policiais civis da 26ª DP, da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prenderam, nesta quinta-feira (8/10), um homem de 43 anos acusado de abusar sexualmente de uma menina de apenas 4 anos. O crime ocorreu nas dependências da própria instituição de ensino onde a criança estudava. O
O investigado foi localizado e detido em sua residência, no bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio, após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva. As investigações começaram no último sábado (3/10), quando a mãe da vítima compareceu à delegacia para registrar a ocorrência.
Na ocasião, a mulher relatou aos agentes que a filha vinha apresentando mudanças repentinas de comportamento, recusa para ir à escola e fortes dores na região genital.
Depoimento e perícia
Diante do relato, a criança passou por um depoimento especial conduzido por profissionais capacitados. Durante a oitiva, a vítima contou que um funcionário do colégio a levou até o banheiro da unidade, onde praticou os atos libidinosos. Segundo o depoimento, o suspeito ainda fez ameaças de morte à menina para evitar que ela contasse o ocorrido aos pais.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesApós a formalização das declarações, a criança foi encaminhada para atendimento médico e realizou o exame de corpo de delito. A perícia médica confirmou a presença de lesões na região íntima da vítima, corroborando a acusação.
Com a confirmação dos fatos e a identificação do suspeito, a autoridade policial representou imediatamente pela prisão preventiva do acusado junto à Justiça. Agentes da 26ª DP mapearam o histórico e os itinerários do homem, efetuando a captura assim que a ordem judicial foi expedida.
A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem. Os agentes apuram os detalhes das circunstâncias do crime e trabalham para identificar se outras crianças frequentadoras do colégio também foram vítimas do acusado.




