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Na Mira

Funcionário de escola é preso por estuprar aluna de 4 anos. Mãe denunciou

Funcionário de colégio foi localizado em casa pela Polícia Civil após denúncia da mãe da vítima. Perícia confirmou as agressões sexuais

08/10/2026 17:41
Arte/Metrópoles
Criança atrás de homem em pé

Policiais civis da 26ª DP, da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) prenderam, nesta quinta-feira (8/10), um homem de 43 anos acusado de abusar sexualmente de uma menina de apenas 4 anos. O crime ocorreu nas dependências da própria instituição de ensino onde a criança estudava. O

O investigado foi localizado e detido em sua residência, no bairro de Cascadura, na Zona Norte do Rio, após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva. As investigações começaram no último sábado (3/10), quando a mãe da vítima compareceu à delegacia para registrar a ocorrência.

Na ocasião, a mulher relatou aos agentes que a filha vinha apresentando mudanças repentinas de comportamento, recusa para ir à escola e fortes dores na região genital.

Depoimento e perícia

Diante do relato, a criança passou por um depoimento especial conduzido por profissionais capacitados. Durante a oitiva, a vítima contou que um funcionário do colégio a levou até o banheiro da unidade, onde praticou os atos libidinosos. Segundo o depoimento, o suspeito ainda fez ameaças de morte à menina para evitar que ela contasse o ocorrido aos pais.

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Após a formalização das declarações, a criança foi encaminhada para atendimento médico e realizou o exame de corpo de delito. A perícia médica confirmou a presença de lesões na região íntima da vítima, corroborando a acusação.

Com a confirmação dos fatos e a identificação do suspeito, a autoridade policial representou imediatamente pela prisão preventiva do acusado junto à Justiça. Agentes da 26ª DP mapearam o histórico e os itinerários do homem, efetuando a captura assim que a ordem judicial foi expedida.

A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem. Os agentes apuram os detalhes das circunstâncias do crime e trabalham para identificar se outras crianças frequentadoras do colégio também foram vítimas do acusado.