Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Ex-pastor é preso por tráfico pela segunda vez em um ano no DF

O ex-pastor foi preso em Ceilândia (DF) pela equipe do PATAMO/BPChoque, com R$30 mil em cocaína além de munições e balança de precisão

06/07/2026 07:12, atualizado 06/07/2026 15:16
Imagem cedida ao Metrópoles
Ex-pastor é preso por tráfico pela segunda vez em um ano no DF

Um ex-pastor, formado em Teologia na Argentina, foi preso na madrugada desta segunda-feira (6/7), em Ceilândia (DF), com cocaína avaliada em cerca de R$ 30 mil, 10 munições e balanças de precisão. Um comparsa também foi detido. A dupla foi capturada por equipes do PATAMO/BPChoque, com apoio do Grupo Tático Operacional 47 (Gtop 47), do Recanto das Emas.

A coluna Na Mira apurou que o ex-pastor é Iago Arruda Barbosa, de 26 anos (foto em destaque). Segundo a polícia, ele foi preso dentro do carro dele que estava estacionado diante de casa e não resistiu à prisão.

No Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), ele responde a processos por receptação e tráfico de drogas. Em nota, a defesa do advogado disse que identificou relevantes inconsistências relacionadas à abordagem policial, ao ingresso no domicílio e à obtenção dos elementos de prova.

“É importante destacar que a versão inicialmente divulgada retrata apenas a narrativa policial, não refletindo, necessariamente, a integralidade dos acontecimentos”, disse.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Ex-pastor é preso por tráfico pela segunda vez em um ano no DF
Ex-pastor preso com cocaína

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Histórico criminal

Durante a ação, os policiais apreenderam o veículo utilizado pelos suspeitos e os aparelhos celulares deles.

O ex-pastor possui antecedentes criminais por roubo e tráfico de drogas. Em agosto de 2025, ele já havia sido preso por policiais da Seção de Repressão às Drogas (SRD) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Na ocasião, segundo as investigações, o suspeito utilizava uma empresa de bicicletas como fachada para comercializar entorpecentes.

Após a nova prisão, o caso será investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).