Dono de hamburgueria no DF é preso por agiotagem e extorsão de R$ 750.
O empresário foi preso na hamburgueria dele, na QNL (Taguatinga), pela CPE Entorno Oeste. Ele ameaçou uma mulher por dívida de R$ 750.

Dono de hamburgueria no Distrito Federal foi preso em Taguatinga (DF), na quarta-feira (12/8). Valter de Abreu Sousa (foto em destaque), de 28 anos, é investigado por extorsão relacionada à prática de agiotagem.
Veja momento da prisão:
Valter Sousa foi detido em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça de Goiás. Ele foi capturado no comércio dele, localizado na QNL, em Taguatinga Norte.
Acusado de agiotagem, Valter também é influenciador e tem 35 mil seguidores nas redes sociais. A coluna Na Mira tenta localizar a defesa do investigado. O espaço segue aberto para posicionamentos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesConsiderado foragido pela Justiça, Valter foi localizado e preso por militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) Entorno Oeste, com apoio do Centro de Inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), do Grupo Tático Operacional (Gtop 28) da PMDF e da Delegacia de Polícia Federal de Jataí.

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Ver todasDívida de R$ 750
Valter passou a ser investigado após uma mulher registrar boletim de ocorrência dizendo ter sido vítima de extorsão praticada por Valter. Ela deixou o município de Águas Lindas de Goiás com as duas filhas adolescentes após relatar ameaças e perseguições por parte do agiota.
De acordo com os autos, as ameaças começaram em fevereiro de 2025. A mulher teria sido constrangida por mensagens de texto e ligações telefônicas para pagar dívida de R$ 750, contraída originalmente pelo ex-marido.
Ainda segundo o processo, a vítima chegou a transferir R$ 250 para conta de titularidade de Valter. Mesmo após o pagamento, porém, as ameaças teriam continuado.
A situação teria se agravado durante o andamento do processo criminal. Segundo a vítima, Valter teria afirmado que ela sofreria consequências caso comparecesse à audiência.
Novas ameaças
Em 10 de agosto de 2026, durante contato com o Ministério Público de Goiás (MPGO), a vítima relatou episódios mais recentes. Segundo ela, Valter, acompanhado de outro homem, estava passando em frente ao estabelecimento comercial em que ela trabalhava e intimidando pessoas que estavam no local.
A vítima afirmou ainda que Valter teria ido ao estabelecimento e perguntado às pessoas presentes se elas estariam escondendo a denunciante. A mulher esclareceu, porém, que já não trabalhava mais no restaurante citado no processo e voltou a demonstrar medo diante da possibilidade de o investigado continuar procurando por ela.










