Na Mira

Detento cego e com deficiência intelectual some após soltura sem aviso

Advogada responsável pela defesa de Ernesto Floriano Damasceno disse que não foi informada sobre a soltura

atualizado

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Detento com deficiência intelectual some após Seape não avisar soltura
1 de 1 Detento com deficiência intelectual some após Seape não avisar soltura - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

Um detento cego de um olho e com deficiência intelectual desapareceu no sábado (27/12) após ter a prisão revogada e ser liberado do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) do Distrito Federal.

Responsável pela defesa do homem, a advogada Polyana Peixoto da Cruz disse que não foi informada sobre a liberação do preso, que cumpria pena por descumprimento de medida protetiva contra cunhada e por fazer ameaças.

De acordo com a advogada, em ocasiões anteriores de revogação de prisão, a defesa era avisada por meio de notificação enviada por e-mail. Desta vez, porém, nenhum comunicado foi recebido.

“Pode ser por ele ter sido liberado no fim de semana, mas, mesmo assim, por se tratar de um caso específico e delicado, a defesa ou os familiares deveriam ter sido informados de alguma forma”, afirmou.

A advogada e os familiares estão preocupados com o desaparecimento de Ernesto, que pode estar em situação de vulnerabilidade.

O caso foi registrado na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por meio de um boletim de ocorrência eletrônico. A corporação deve apurar as circunstâncias do desaparecimento.

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Ernesto Floriano Damasceno
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Cartaz do desaparecido

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Ernesto Floriano Damasceno
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Ernesto Floriano Damasceno

Qualquer informação sobre o paradeiro de Ernesto Floriano Damasceno pode ser repassada aos familiares pelo número de contato informado (telefone acima) ou por meio do disque-denúncia da Polícia Civil, pelo telefone 197.

A coluna Na Mira entrou em contato com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape), responsável pelo Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime), mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestações.

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