De Ceilândia, zagueiro do Vasco escapa ileso ao capotar BMW de R$ 1 milhão.
Zagueiro do Vasco, Robert Renan se apresentou no CT Moacyr Barbosa normalmente para o treinamento desta segunda-feira (26/10)
26/10/2026 11:50, atualizado 26/10/2026 11:54

O zagueiro Robert Renan, do Vasco da Gama, que morou em Ceilândia (DF), sofreu um acidente de carro na manhã desta segunda-feira (26/10), no Rio de Janeiro. Imagens mostram como ficou a BMW X6M avaliada em mais de R$ 1 milhão após o jogador capotar o veículo.
Veja o vídeo do carro após o acidente:
Segundo a assessoria do clube, o atleta passa bem e se apresentou normalmente ao Centro de Treinamento Moacyr Barbosa.
Imagens:
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Frequência de envio: Diário
Ver todas“Obrigado, meu Deus, pelo livramento”
Após o ocorrido, Robert Renan publicou uma mensagem nas redes sociais para tranquilizar os fãs e agradecer pelo livramento. “Obrigado, meu Deus, pelo livramento”, escreveu o jogador.
Em outra publicação no Instagram, o zagueiro também agradeceu às pessoas que entraram em contato para demonstrar preocupação e apoio.
“Agradeço de coração a todos que estão me mandando mensagens e se preocupando comigo. Graças a Deus, está tudo bem”, publicou.
Além de sua trajetória no futebol, Robert Renan também recebeu o título de Cidadão Benemérito do Distrito Federal, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em reconhecimento à sua ligação com a região.
“Nasci na Ceilândia, na Expansão do Setor O”
Robert Renan tornou-se um dos pilares na defesa do Vasco da Gama nesta temporada. Nascido no Distrito Federal, o zagueiro de 23 anos viveu na Ceilândia e deu os primeiros passos no futebol em um campo sintético da região. Em entrevista à Vasco TV, o jogador relembrou o início da trajetória nos campos da capital federal.
“Nasci na Ceilândia, em Brasília, na Expansão do Setor O. É um bairro muito humilde, onde eu cresci jogando futebol, aprendi a gostar do Vasco lá, tinha uma equipe de torcida. Onde eu morava tinha um campo sintético com escolinha de futebol e eu ficava o dia todo lá, as vezes faltava a escola. Quando não tinha o que fazer, era só futebol”, revelou.
Além do coletivo de torcedores vascaínos da Ceilândia, a paixão pelo Cruzmaltino também foi influenciada pela família.
“Tive um incentivo muito grande do meu tio, que é vascaíno também. Por ele, eu virei vascaíno. O meu pai não joga nada de futebol, mas sempre me incentivou muito, e minha mãe também”, disse.







