Na Mira

CEF: bandidos dão golpe de R$ 1,8 mi com contratos imobiliários falsos

Polícia Federal (PF) identificou 17 contratos de financiamento imobiliário que geraram prejuízo milionário à Caixa Econômica Federal (CEF)

atualizado

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Imagem colorida da fachada da Caixa Econômica Federal provas concurso
1 de 1 Imagem colorida da fachada da Caixa Econômica Federal provas concurso - Foto: Flickr/Reprodução

A Polícia Federal (PF) cumpre sete mandados de busca e apreensão, na manhã desta terça-feira (11/3), contra um grupo criminoso investigado por fraudar contratos de financiamento imobiliário no Distrito Federal e no Entorno.

As buscas ocorrem nas casas dos investigados, e a corporação também decretou o bloqueio de bens das contas dos investigados, até o valor de R$ 1,8 milhão.

As ações ocorrem no âmbito da Operação Casa de Papel, por meio da qual a PF identificou 17 contratos de financiamento imobiliário que geraram um prejuízo milionário à Caixa Econômica Federal (CEF).

Investigação

As apurações começaram em 2022, quando a Caixa denunciou a existência de um grupo criminoso especializado em fraudes em contratos de financiamento imobiliário e com atuação no Distrito Federal.


Entenda como o grupo criminoso agia

  • Eles usavam uma empresa de fachada, no ramo da construção civil, que atuava como vendedora de imóveis fictícios.
  • Os fraudadores apresentavam processos de Habite-se falsos junto a prefeituras, aprovados por um fiscal de obras integrante do esquema e com informações de imóveis que não existiam.
  • Após a concessão do Habite-se, eles averbavam o documento no Cartório de Registro de Imóveis, para tornar estruturas inexistentes aptas à obtenção de financiamento habitacional.
  • Depois, o grupo entrava com esses processos junto à CEF e fraudava as etapas de vistoria.

A apuração prossegue para verificação do eventual envolvimento de mais pessoas no esquema criminoso, bem como da existência de outros contratos fraudados pela quadrilha.

Os investigados devem responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado contra a Caixa, fraude em financiamento e uso de documento falso.

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