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Na Mira

Após matar companheira, vigilante avisou para a filha: "Sua mãe já era"

O vigilante Paulo Roberto Moreira Soares, 38 anos, tem registro de CAC e está foragido. Ele deixou o local do crime armado

04/02/2023 19:23, atualizado 04/02/2023 19:45
Reprodução
Homem de blusa preta, óculos de sol e boné rosa

Após atirar na cabeça da companheira, Paulo Roberto Moreira Soares, 38 anos, disse à filha: “Sua mãe já era”. O vigilante acertou um disparo na testa de Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, 36 anos, na frente da criança de 10 anos. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu no Hospital de Base do Distrito Federal.

O crime ocorreu na tarde deste sábado no P Sul, em Ceilândia (DF). Paulo é vigilante e tem registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). Ele fugiu da casa com a arma na cintura e em um fusion preto. Até a publicação desta reportagem, estava foragido.

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Vítima tentava se separar do companheiro
Ela deixa uma filha de 8 anos
Autor segue foragido
Izabel recebeu socorro da equipe do Corpo de Bombeiros
Ela foi levado ao Hospital de Base do DF
Izabel Aparecida trabalhava como vendedora
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Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, 36 anos
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Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, 36 anos

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No momento do crime, um pedreiro estava na casa e ouviu Izabel gritar: “Para, Roberto. Na frente da menina?”. O autor mandou que a vítima desligasse o celular. Em seguida, ele disparou contra a companheira. A testemunha viu o momento em que a criança questionou o pai o motivo do tiro e ele respondeu à filha: “Sua mãe já era”.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) encontrou a vítima ainda com sinais vitais dentro do quarto. A mulher foi transportada de aeronave para o Hospital de Base, mas não resistiu.

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Veja imagens do resgate de Izabel