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Na Mira

Alvo da PCDF, "Playboy do Haxixe" abastecia alta roda de Águas Claras

O traficante de 26 anos usava quarto de hotel de alto padrão na região como depósito de revenda dos entorpecentes para os usuários

27/10/2023 09:50, atualizado 27/10/2023 16:44
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Divulgação/PCDF
Escama de peixe

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou a Operação Hassan Sabbah, na manhã desta sexta-feira (27/10), contra um traficante de 26 anos que usava um quarto de hotel de alto padrão em Águas Claras como depósito para distribuir droga e abastecer usuários de altíssimo poder aquisitivo na capital.

A operação, desencadeada pela 32ª DP (Samambaia Sul), apontou que o homem traficava haxixe, cocaína escama de peixe – droga que chega a bater 97% de pureza –, além de ecstasy.

Dentro do quarto do hotel, foram apreendidos R$ 90 mil em espécie, R$ 100 mil em ecstasy, R$ 38 mil em cocaína e R$ 120 mil em haxixe marroquino, além de um revólver calibre 38.

Alvo da PCDF, “Playboy do Haxixe” abastecia alta roda de Águas Claras - destaque galeria
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O homem vendia escama de peixe, cocaína conhecida pelo alto grau de pureza
Haxixe marroquino apreendido no quarto do traficante
Foram apreendidos mais de R$ 250 mil em drogas
Porções de cocaína
Drogas foram apreendidas em quarto de hotel de luxo
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Drogas foram apreendidas em quarto de hotel de luxo

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O homem vendia escama de peixe, cocaína conhecida pelo alto grau de pureza
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O homem vendia escama de peixe, cocaína conhecida pelo alto grau de pureza

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Haxixe marroquino apreendido no quarto do traficante
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Haxixe marroquino apreendido no quarto do traficante

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Foram apreendidos mais de R$ 250 mil em drogas
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Foram apreendidos mais de R$ 250 mil em drogas

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Porções de cocaína
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Porções de cocaína

Divulgação/PCDF

A operação ocorreu em Águas Claras, Samambaia e Ceilândia.

Operação Hassan Sabbah

O nome da operação faz referência a Hassan-i Sabbah, líder de uma seita islâmica que, segundo uma história ouvida no Oriente Médio, drogava os seus seguidores com haxixe, um extrato da planta cannabis.

Quando eles recuperavam o juízo, Hassan-i Sabbah alegava que era o único que tinha os meios para permitir que eles “retornassem ao paraíso”. De acordo com essa versão dos acontecimentos, a devoção dos seus seguidores foi alimentada pelas drogas e os levou a realizar todas as suas vontades.