30 segundos de terror: câmera flagra professora da UFG sendo atacada em rua.
O ataque ocorreu em Goiânia, quando a professora caminhava na rua. A vítima teve quatro perfurações nas costas e foi internada

A professora aposentada da Universidade Federal de Goiás (UFG) Elizabeth Caramaschi, de 79 anos (foto em destaque), foi agredida por cerca de 30 segundos por Kaio Kalton de Brito Soares, de 22 anos, que foi preso. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do ataque. No vídeo, ela vê o suspeito e levanta a mão em defesa. Em seguida, ela corre e ele vai atrás dela. Elizabeth e o criminoso entram em luta corporal, até que ela cai e é atacada com diversos golpes.
A Polícia Civil de Goiás investiga o caso e apura a motivação do ataque. Não há informações se a vítima e o agressor tinham alguma relação.
Vídeo do ataque:
O crime
O ataque ocorreu no domingo (18/10). Elizabeth Caramaschi está internada em estado grave após ser agredida com uma garrafa de vidro quebrada durante uma caminhada nas proximidades do Parque Vaca Brava, no Setor Bueno, em Goiânia (GO).
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesElizabeth foi socorrida por pedestres e encaminhada ao Hospital de Urgências de Goiás (Hugol), onde permanece internada. A professora sofreu quatro perfurações nas costas, ferimento no rosto e traumatismo craniano. Até o momento, não foram divulgadas novas informações sobre seu estado de saúde.
A Polícia Militar de Goiás foi acionada e, após diligências, a polícia prendeu em flagrante o suspeito, identificado como Kaio Kalton de Brito Soares, de 22 anos. Antes da prisão, familiares haviam divulgado imagens dele nas redes sociais, informando que estava desaparecido havia cinco dias em Pontalina, Goiás.
Imagens:

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF
Frequência de envio: Diário
Ver todasEm nota, a diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato) manifestou solidariedade à professora aposentada e a seus familiares, desejando força neste momento difícil e uma plena recuperação.
A entidade também repudiou veementemente a violência, especialmente contra mulheres idosas e profissionais da educação, e destacou que a dignidade, a segurança e a integridade física devem ser respeitadas. Para o sindicato, uma agressão dessa natureza não atinge apenas a vítima, mas também toda a comunidade acadêmica e a sociedade.
O Adufg-Sindicato informou que acompanha as investigações e espera que o responsável seja devidamente responsabilizado, conforme a lei. A diretoria também se colocou à disposição de Elizabeth e de seus familiares para oferecer o apoio necessário neste momento.







