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Distrito Federal

Mulher é vítima de tentativa de estupro em parque da Asa Norte

Vítima foi atacada por desconhecido enquanto caminhava no Parque Olhos d'Água, no fim da Asa Norte, na última 6ª feira, segundo o Ibram

Jonatas Martins09/12/2024 17:37, atualizado 09/12/2024 17:40
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Felipe Menezes/Metrópoles
Mulheres caminham no Parque Olhos D’agua em Brasília - metrópoles

Uma mulher foi vítima de uma tentativa de estupro enquanto caminhava no Parque Olhos d’Água, no fim da Asa Norte, na última sexta-feira (6/12). A informação foi confirmada pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Um homem que transitava pelo lado de fora do parque, na L2 Norte, entrou na unidade de conservação e atacou a vítima. Depois, pulou a cerca e fugiu pela mesma via, segundo o instituto.

O Ibram acrescentou que a equipe do parque acolheu a vítima, “deu todo apoio e suporte necessário” e acionou as autoridades competentes.

Até a mais recente atualização desta reportagem, não havia informações divulgadas sobre a identidade do suspeito.

Mulher é vítima de tentativa de estupro em parque da Asa Norte - destaque galeria
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Parque Olhos d'Água, na Asa Norte
Entrada do Parque Olhos d'Água
Parque Olhos D'Água, entre as quadras 413 e 414 da Asa Norte
Frase escrita em pista de caminhada após tentativa de estupro
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Frase escrita em pista de caminhada após tentativa de estupro

Reprodução/Instagram
Parque Olhos d'Água, na Asa Norte
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Parque Olhos d'Água, na Asa Norte

Divulgação/Brasília Ambiental
Entrada do Parque Olhos d'Água
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Entrada do Parque Olhos d'Água

Parque Olhos D'Água, entre as quadras 413 e 414 da Asa Norte
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Parque Olhos D'Água, entre as quadras 413 e 414 da Asa Norte

Divulgação/Instituto Brasília Ambiental

Após o crime, uma frase com os dizeres “estupradores no parque” foi pintada no chão de uma das pistas de caminhada, no fim de semana.

Posteriormente, no entanto, a frase acabou tapada pelo próprio Ibram, que classificou a ação como “vandalismo em unidade de conservação”.

O Ibram afirmou, ainda, que o ataque à vítima se tratou de uma “excepcionalidade” no histórico do parque. “Estamos providenciando um posto de vigilância motorizada para melhorar a segurança dos usuários e a efetividade da vigilância patrimonial da unidade”, completou o instituto.

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