Mineradora de criptomoeda furta R$ 720 mil em energia e é alvo da PCDF

A Polícia apreendeu cerca de R$ 720 mil em equipamentos utilizados na mineradores de criptomoeda. Suspeitos são procurados pela polícia

atualizado

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1 de 1 whatsapp-image-2026-04-07-at-162758-1200×800 - Foto: Material cedido ao Metrópoles

A Operação Satoshi, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), deflagrou a sua terceira fase na manhã desta terça-feira (7/4), e apreendeu cerca de R$ 720 mil e máquinas de mineradores ilegais utilizadas na mineração de criptomoedas, na região de Capão Comprido, em São Sebastião (DF).

Veja:

Nos vídeos acima é possível ver um tipo de radiador improvisado usado para resfriar placas gráficas que mineram as criptomoedas, gerando uma quantidade considerável de calor.

Foram confiscadas 20 máquinas, avaliadas em R$ 720 mil, dois transformadores de grande porte, avaliados em R$ 200 mil, e computadores e utensílios usados na prática criminosa. No total, foram apreendidos quase equipamentos que custam quase um milhão de reais. 

De acordo com a Neoenergia, que ajudou na investigação, os criminosos roubaram cerca de R$ 720 mil da energia elétrica da empresa.

As investigações contam com o apoio de agentes da Seção de Investigações Gerais (SIG) da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), que conseguiram localizar mais dois outros locais em que o grupo criminoso estaria praticando as atividades ilegais. Além disso, equipes aéreas da Divisão de Operações Aéreas (DOA) da PCDF, também está a disposição.

De acordo com os agentes a Operação Satoshi continua para localizar os membros da quadrilha e desmantelar possíveis novos pontos.

Operação CriptoGato

Em fevereiro, uma outra operação da PCDF com a Neonergia apreendeu 384 máquinas de mineração, que operavam 24 horas por dia ligadas ilegalmente à rede elétrica. Os estabelecimentos foram interditados e os responsáveis detidos e levados para a delegacia. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar possíveis crimes relacionados à atividade.

Segundo a distribuidora, o esquema causava instabilidade no fornecimento de energia, prejudicando residências, comércios e produtores rurais da região. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 5 milhões. O volume de energia consumido irregularmente seria suficiente para abastecer cerca de 34 mil moradias por mês.

 

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