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Meio Ambiente

Monumentos de Brasília apagam as luzes pela Hora do Planeta

O Palácio do Buriti e o Congresso Nacional ficaram no escuro por cerca de uma hora. Ação busca debater as mudanças climáticas

24/03/2018 21:59, atualizado 24/03/2018 22:12
Igo Estrela/Metrópoles
Monumentos de Brasília apagam as luzes pela Hora do Planeta

Assim como outras 150 cidades espalhadas pelo país, a capital Brasília também apagou as luzes dos seus principais monumentos, por volta das 20h30 deste sábado (24/3). O Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal, e o Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios, ficaram no escuro por cerca de uma hora.

A ação é batizada de Hora do Planeta. Ao propor que a população mundial fique no escuro, a organização não governamental de conservação global WWF (sigla em inglês para Fundo Mundial para a Natureza) quer mostrar a necessidade de se preocupar com as mudanças climáticas.

Pelo país, lugares como a Fonte Multimídia, no Ibirapuera, em São Paulo; o Cristo Redentor, o Bondinho e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro também aderiram ao movimento. O mesmo foi registrado nas principais capitais do país.

Monumentos de Brasília apagam as luzes pela Hora do Planeta - destaque galeria
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Palácio do Buriti também apagou suas luzes
Centro de Brasília ficou no escuro
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Centro de Brasília ficou no escuro

Igo Estrela/Metrópoles
Palácio do Buriti também apagou suas luzes
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Palácio do Buriti também apagou suas luzes

Pedro Ventura/Agência Brasília

Entenda
O movimento Hora do Planeta nasceu em 2007, na Austrália, e desde 2009 é celebrado no Brasil. De acordo com a WWF, em 2017, as ações alcançaram 187 países e territórios, e mais de 3 mil monumentos foram apagados. Somente no Brasil, neste ano mais, de 600 monumentos apagaram suas luzes.

Ainda de acordo com o organização, incêndios de grande proporção registrados no ano passado em Portugal e nos Estados Unidos, inundações na Índia e os furacões Irma e Maria no Caribe são provas dos crescentes impactos das mudanças climáticas. No Brasil, além do aumento no número de queimadas no período da seca, a organização destaca o “racionamento de água que se estende pelo país, chegando pela primeira vez à capital federal”.

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