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Mais de 2 mil cães comunitários do DF ganham coleira refletiva

Coleiras refletem nos faróis dos carros para reduzir acidentes e buscam sensibilizar para adoção dos cães que vivem nas ruas

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Reprodução/Mardônio Vieira
coleira refletiva
1 de 1 coleira refletiva - Foto: Reprodução/Mardônio Vieira

Mais de 2 mil cães comunitários do Distrito Federal já receberam coleiras refletivas por meio do projeto Coleira da Vida, idealizado pelo deputado distrital Daniel Donizet (MDB). O acessório, que traz estampada a frase “Me adota!”, reflete a luz dos faróis de veículos durante a noite, tornando os animais visíveis e reduzindo o risco de atropelamentos.

Mais de 2 mil cães comunitários do DF ganham coleira refletiva - destaque galeria
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Ao refletir a luz dos carros à noite, a coleira ajuda a evitar atropelamentos e chama atenção para a adoção responsável
Mais de 2 mil cães comunitários do DF já utilizam coleiras refletivas, que reduzem riscos nas vias e incentivam a adoção
Material refletivo faz a frase “Me adota!” brilhar sob os faróis dos carros, tornando o cão visível à distância durante a noite
Coleira com a frase “Me adota!” reflete a luz dos faróis e aumenta a visibilidade de cães comunitários nas ruas do DF
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Coleira com a frase “Me adota!” reflete a luz dos faróis e aumenta a visibilidade de cães comunitários nas ruas do DF

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Ao refletir a luz dos carros à noite, a coleira ajuda a evitar atropelamentos e chama atenção para a adoção responsável
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Ao refletir a luz dos carros à noite, a coleira ajuda a evitar atropelamentos e chama atenção para a adoção responsável

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Mais de 2 mil cães comunitários do DF já utilizam coleiras refletivas, que reduzem riscos nas vias e incentivam a adoção
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Mais de 2 mil cães comunitários do DF já utilizam coleiras refletivas, que reduzem riscos nas vias e incentivam a adoção

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Material refletivo faz a frase “Me adota!” brilhar sob os faróis dos carros, tornando o cão visível à distância durante a noite
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Material refletivo faz a frase “Me adota!” brilhar sob os faróis dos carros, tornando o cão visível à distância durante a noite

Produzidas com material de alta refletividade, as coleiras funcionam como um alerta visual em vias com pouca iluminação — cenário em que se concentra a maior parte dos acidentes envolvendo cães em situação de rua.

A iniciativa atende protetores independentes responsáveis por cães comunitários — animais que não têm tutor definido, mas são cuidados por moradores, comerciantes ou instituições da região onde vivem. A distribuição ocorre sob demanda: os responsáveis entram em contato para solicitar as coleiras.

“Muitos desses cães estão nas ruas porque foram abandonados. Nosso objetivo com o projeto é não só proteger suas vidas, mas também dar a eles uma chance de encontrar um lar amoroso”, afirmou Daniel Donizet.

Regiões como Gama, Paranoá, Itapoã, Ceilândia, Santa Maria, Recanto das Emas e Estrutural já foram contempladas. Pelo menos três cães foram adotados depois de receberem o acessório. O caso mais recente ocorreu em dezembro, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama (DF), onde um dos animais atendidos pela comunidade ganhou um novo lar.

A iniciativa também começou a despertar atenção fora da capital. Em Cuiabá, protetores de animais anunciaram que vão adotar a estratégia que começou no DF.

Atropelamento

A importância de medidas que ampliem a visibilidade dos cães comunitários ficou ainda mais evidente após um caso registrado em novembro, em Vicente Pires. Um animal que vivia em abrigo da região — e utilizava a coleira refletiva do projeto — foi atropelado durante a madrugada (vídeo acima).

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), imagens de câmeras de segurança analisadas pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra os Animais (DRCA) mostraram que o motorista conduzia o veículo pela via quando desviou em direção ao cachorro, que estava deitado na rua. O condutor, um terceiro-sargento da Polícia Militar do Distrito Federal, foi preso em flagrante.

Para os investigadores, as imagens indicam que o animal estava visível no momento da manobra, o que afastaria a hipótese de acidente. O caso reforçou o debate sobre a vulnerabilidade dos cães comunitários, mesmo quando identificados e sinalizados, e evidenciou a necessidade de ações contínuas de proteção e fiscalização.

A Polícia Militar do Distrito Federal informou que instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta do policial.

 

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