
Leandro Grass é oficializado candidato ao Governo do DF em convenção do PT
O anúncio foi realizado nesta quarta-feira (5/8), durante a convenção partidária da legenda, realizada na Câmara Legislativa do DF (CLDF).

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a candidatura de Leandro Grass ao Governo do Distrito Federal (GDF). O anúncio foi realizado nesta quarta-feira (5/8), durante a convenção partidária da legenda, realizada na Câmara Legislativa do DF (CLDF).

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Ver todasAntes do evento, o candidato conversou com a imprensa e ressaltou que, se eleito, a redução das filas e promoção à saúde vai ser uma prioridade do seu mandato. “Não só com redução da fila, mas também com a promoção da saúde, porque saúde não é só por doença é também promover qualidade de vida, é prevenir doença e fortalecendo os servidores desenvolvendo a Secretaria de Saúde”.
Grass também criticou a forma como o Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (Iges-DF) funciona e falou que pretender fortalecer a autonomia da Secretaria de Saúde.
“O comando da Saúde, tirando do Iges esse poder absurdo que ele tem hoje para que a Secretaria possa fazer a política pública de saúde e a gente poder ter no DF essa é a nossa meta a melhor saúde do Brasil”.
O candidato ainda falou que vai focar seu mandato no combate a miséria e desigualdade.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFDisputa pelo Buriti
Leandro Grass foi o último candidato a ser oficializada para a corrida pelo Palácio do Buriti.
Com o quadro de políticos fechado, o eleitor do DF tem as seguintes opções:
- Leandro Grass (PT);
- Paula Belmonte (PSBD);
- Celina Leão (PP);
- Ricardo Cappelli (PSB);
- Kiko Caputo (Novo);
- Samara Mineiro (UP);
- Professor Robson (PSTU);
- Roberto Arruda (PSD);
- Elisson Ferreira (Agir).
Nascido em Brasília, Grass é formado em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB). Iniciou na vida política em 2018, como deputado distrital. Em 2022, se candidatou a Governo do DF e foi o segundo mais votado, perdendo para o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), em primeiro turno.
Após a derrota nas urnas, foi nomeado como presidente do Instituto de Patrimônio Histórico Artístico e Cultural (Iphan). Aos 41 anos, tenta mais uma vez o cargo de chefe do Executivo na capital.













