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Distrito Federal

Laudo que aponta detalhes sobre tragédia da L4 Sul fica pronto

A suspeita é de que dois carros participavam de um racha e provocaram o acidente que matou mãe e filho na noite de 30 de abril deste ano

13/06/2017 18:24, atualizado 13/06/2017 20:05
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Michael Melo/Metrópoles
Laudo que aponta detalhes sobre tragédia da L4 Sul fica pronto

O Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil concluiu o laudo sobre a tragédia ocorrida na L4 Sul, na qual mãe e filho perderam a vida após um brutal acidente de trânsito, na noite de 30 de abril deste ano. A suspeita é de que dois carros participavam de um racha e provocaram a colisão. O exame já foi entregue à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul). O delegado que cuida do caso espera relatar o inquérito nas próximas duas semanas.

O laudo tem um peso importante para mensurar o dolo eventual – quando o autor assume o risco – envolvendo o advogado Eraldo José Cavalcante Pereira, motorista do Jetta que provocou o acidente. Ricardo Clemente Cayres, 46 anos, e sua mãe, Cleuza Maria Cayres, 69, morreram na hora. Outros dois passageiros que estavam no banco da frente, pai e genro de Ricardo, sobreviveram.

De acordo com informações apuradas pelo Metrópoles, o laudo não conseguiu definir a dinâmica exata do acidente, já que um dos veículos deixou a cena do crime antes da chegada dos peritos. O carro que saiu do local era uma Range Rover Evoque, conduzida pelo sargento do Corpo de Bombeiros Noé Albuquerque Oliveira.

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Eraldo José Cavalcante dirigia o Jetta que atingiu o carro das vítimas
Um dos mortos no acidente foi o designer Ricardo Cayres, que trabalhava como terceirizado no Banco Central
Fabrícia de Oliveira Gouveia perdeu o marido e a sogra no grave acidente ocorrido na L4 Sul
O impacto foi tão forte que o carro da família bateu em uma árvore e capotou
O acidente na L4 Sul ocorreu em 30 de abril de 2017 e deixou dois mortos
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O acidente na L4 Sul ocorreu em 30 de abril de 2017 e deixou dois mortos

DER-DF/Reprodução
Eraldo José Cavalcante dirigia o Jetta que atingiu o carro das vítimas
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Eraldo José Cavalcante dirigia o Jetta que atingiu o carro das vítimas

Ricardo Botelho/ Metrópoles
Um dos mortos no acidente foi o designer Ricardo Cayres, que trabalhava como terceirizado no Banco Central
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Um dos mortos no acidente foi o designer Ricardo Cayres, que trabalhava como terceirizado no Banco Central

Fabrícia de Oliveira Gouveia perdeu o marido e a sogra no grave acidente ocorrido na L4 Sul
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Fabrícia de Oliveira Gouveia perdeu o marido e a sogra no grave acidente ocorrido na L4 Sul

Michael Melo/Metrópoles
O impacto foi tão forte que o carro da família bateu em uma árvore e capotou
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O impacto foi tão forte que o carro da família bateu em uma árvore e capotou

DER-DF/Divulgação

Os peritos conseguiram definir a velocidade aproximada do carro guiado pelo advogado no momento do choque, mas a informação não foi divulgada. A batida foi tão forte que o Ford Fiesta em que mãe e filho estavam colidiu em uma árvore e capotou.

A tragédia
O acidente ocorreu por volta das 19h30 de domingo (30/4). Testemunhas afirmam que o Evoque de Noé e o Jetta de Eraldo estavam emparelhados, em alta velocidade, na via.

Segundo Eraldo, ele teria perdido o controle do Jetta e atingido o Fiesta, onde estavam quatro pessoas da mesma família. A força foi tanta que o carro das vítimas capotou. A traseira do veículo ficou completamente destruída. Era ali, no banco de trás, devidamente presos ao cinto de segurança, que estavam Ricardo e sua mãe, Cleuza. Para eles, não houve tempo de socorro, morreram após o impacto.

Eraldo e Noé saíam de uma festa às margens do Lago Paranoá quando se envolveram no acidente. Assumiram ter bebido “uma latinha de cerveja”. Eles, porém, se recusaram a fazer o teste do bafômetro.

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