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O Tribunal do Júri de Ceilândia absolveu, na terça-feira (31/10), Jackson Alves Borges de Souza. Ele é acusado de matar Ivan da Conceição Santos, que teria vendido pó de giz no lugar de cocaína.

O crime ocorreu na madrugada do dia 11 de dezembro de 1999, em Ceilândia. Jackson deu um tiro à queima roupa em Ivan, que morreu na hora. O acusado ficou 17 anos foragido. E, colocado de frente ao júri depois de ser encontrado, este ano, escapou da punição.

Jackson respondia pelo crime de homicídio qualificado, por uso de meio que dificultou a defesa da vítima. Durante a sessão de julgamento, o MPDFT adotou posição de neutralidade em relação à acusação, e a defesa, por sua vez, articulou as teses de legítima defesa, necessidade de absolvição e ausência de qualificadora.

 

 

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