Jovem morto em cachoeira seria promovido por restaurante do DF

Em nota, estabelecimento onde Amauri trabalhava afirma que ele tinha “um futuro promissor” e seria efetivado

atualizado 30/09/2020 8:47

Amauri Rodrigues de Souza, jovem vítima de latrocínio em cachoeira do DFArquivo Pessoal

O jovem assassinado na tarde dessa segunda-feira (28/9) seria promovido pelo restaurante no qual trabalhava, conforme apurado pelo Metrópoles. Amauri Rodrigues de Souza foi morto quando se divertia com a namorada na Cachoeira 3 Quedas, no Setor Monjolo, na região do Gama.

Nos últimos dois anos, Amauri trabalhou como aprendiz de garçom na unidade do restaurante Coco Bambu em Águas Claras. Estava prestes a ser efetivado, conforme nota de pesar divulgada nesta terça-feira (29/9) pelo estabelecimento.

O texto, assinado pelo sócio diretor do restaurante, Antonio Freire Junior, destaca que Amauri era “um jovem com um futuro promissor” e que seria efetivado como funcionário no estabelecimento “devido a seu desempenho, perfil e potencial”.

Por fim, o restaurante afirmou que presta apoio e solidariedade à família diretamente e também por meio de sua seguradora.

Assassinato

Na tarde dessa segunda-feira (28/9), Amauri estava de folga e resolveu aproveitar o dia com a namorada na cachoeira. O casal postou fotos nas redes sociais.

Veja: 

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Eles foram abordados quando iam embora por um homem armado com uma espingarda calibre .22. Após anunciar o assalto, o desconhecido disparou contra o rapaz e fugiu em seguida.

O caso é tratado como homicídio e está sob investigação na 20ª Delegacia de Polícia (Gama).

Sonho era se tornar chef de cozinha

O sangramento provocado pelo tiro evoluiu para um quadro de hemorragia interna levando Amauri a óbito. O enterro, programado para esta quarta-feira (30/9), no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, marca o fim de uma vida cheia de planos e sonhos.

Segundo Felipe, irmão de Amauri, o jovem se formaria neste semestre, contou que seria efetivado no trabalho e seguia firme com o sonho de se tornar chef de cozinha no restaurante onde trabalhava.

Os irmãos eram muito amigos. “Ele era muito querido por amigos e familiares. Uma pessoa maravilhosa e gentil”, ressaltou Felipe. A família espera por justiça. “Mas certamente é algo que não vamos ter, principalmente neste país em que vivemos. A Justiça vamos deixar para Deus”, concluiu.

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