Jovem morto ao cair de 70 metros de altura praticava slackline havia 4 anos

Era a segunda vez que Jonas Pereira, recordista brasiliense do esporte, visitava o local na companhia dos amigos

atualizado 29/11/2020 15:09

O caso do praticante de slackline que morreu após cair de corda a 70 metros de altura no Distrito Federal, nesse sábado (28/11), foi registrado na 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho 2).

Segundo a ocorrência da corporação, trata-se de morte acidental ainda sem causa definida, sabendo-se apenas que o jovem, praticante de esportes radicais, faleceu após queda de grande altura.

Ainda segundo o boletim registrado na PCDF, o jovem de 21 anos era adepto à modalidade havia 4 anos. Ainda há informações de que Jonas Pereira da Silva era atleta profissional e recordista brasiliense do esporte, segundo testemunhas que estavam com ele no local.

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A vítima foi a única que conseguiu fazer a travessia da fita de mesma dimensão anteriormente, de aproximadamente 300 metros de distância, entre um morro e outro, sem cair.

Era a segunda vez que Jonas e outros três amigos visitavam o local. As informações preliminares dão conta de que ele estava com a cadeirinha de segurança e pode ter esquecido de amarrar o equipamento na fita através de uma argola de segurança, conhecida como anel de leash, que é usada para que os atletas permaneçam atrelados à fita, pendurados, em caso de quedas.

A ocorrência foi registrada em princípio como “homicídio culposo”, com natureza em apuração, para melhor esclarecimentos do acidente.

Uma equipe de policiais da 35ª DP compareceu ao local dos fatos, onde constatou que o corpo havia sido removido pelo CBMDF para um local de fácil acesso.

Assista ao vídeo do local:

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Queda

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), Jonas Pereira da Silva, 21 anos, estava em cima da corda no Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, em Sobradinho.

Ele perdeu o equilíbrio, caiu no vale e a equipe do CBMDF foi acionada imediatamente. Inicialmente, os militares estimavam que a queda havia ocorrido de uma altura de 15 metros, porém, confirmaram 70m posteriormente.

Os bombeiros precisaram usar técnicas de rapel para resgatar a vítima. O socorro ocorreu com cinco viaturas, um helicópetro, um drone e 28 militares. O rapaz sofreu traumatismo craniano grave e diversas fraturas. A morte foi constatada pela equipe médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência  (Samu), que integrava a tripulação do helicóptero do CBMDF.

Os bombeiros informaram que outras três pessoas praticavam o esporte que consiste basicamente na travessia de vãos entre dois pontos fixos, com utilização de uma corda para sustentação da pessoa que realiza a passagem.

 

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