Invasão na Serrinha do Paranoá: ICMBio vê indícios de trabalho escravo. Veja vídeo

Dois trabalhadores foram encontrados sem acesso a água e banheiro; suspeito de liderar invasão foi multado em R$ 100 mil

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LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
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1 de 1 trabalho-escravo-11-1200×800 - Foto: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Uma operação conjunta de fiscalização contra grilagem de terras encontrou indícios de trabalho em condições análogas à escravidão em uma área de proteção ambiental na região da Serrinha do Paranoá, no Distrito Federal, nesta terça-feira (31/3).

Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.

A área, de cerca de 10 hectares, fica dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, em zona de conservação da vida silvestre pertencente à Terracap. No local, as equipes encontraram cercamento, abertura de ruas, árvores queimadas e uma pequena criação de galinhas.

Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.

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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.
A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.
Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.
A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.
Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.
Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá.  Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade
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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá. Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade

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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.
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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.

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A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.
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A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.

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Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.
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Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.

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A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.
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A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.

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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.
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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.

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No momento da operação, um advogado compareceu ao local e se apresentou à polícia como representante do suspeito. Ao Metrópoles afirmou que não tinha nenhum comentário.
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No momento da operação, um advogado compareceu ao local e se apresentou à polícia como representante do suspeito. Ao Metrópoles afirmou que não tinha nenhum comentário.

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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá.  Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade.
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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá. Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade.

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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá. Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade.

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No momento da operação, um advogado compareceu ao local e se apresentou à polícia como representante do suspeito. Ao metrópoles afirmou que não tinha nenhum comentário.
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No momento da operação, um advogado compareceu ao local e se apresentou à polícia como representante do suspeito. Ao metrópoles afirmou que não tinha nenhum comentário.

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Segundo o agente federal de meio ambiente do ICMBio, Maurício Laxe, os dois homens que moravam e trabalhavam no local viviam em um barraco sem acesso a água potável ou banheiro, o que caracteriza situação de extrema precariedade.

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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá.  Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade.
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Operação do ICMBio, com apoio da Terracap e Polícia Militar (PMDF), interrompe grilagem de terra na Gleba A da Serrinha do Paranoá. Terra da Terracap foi totalmente cercada por piquetes de concretos por grileiros. Além da divisão, grileiros construíram um barraco dentro da propriedade.

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Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.
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Durante a ação, fiscais retiraram estacas e cercas instaladas no último fim de semana. Uma pequena construção existente no local teria sido erguida há cerca de dois meses.

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Os dois homens que estavam no local não apresentaram resistência durante a operação e foram conduzidos à Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema) para prestar esclarecimentos.

Segundo Laxe, o suspeito de liderar a ocupação foi identificado como José Geraldo da Silva. Ele foi autuado pelo ICMBio e multado em R$ 100 mil por instalar e ocupar área pública sem autorização.

A área fiscalizada é uma das oito identificadas recentemente na região. Ao todo, cerca de 160 hectares estariam sendo alvo de ocupações irregulares.

O agente federal informou ainda que o ICMBio solicitou apoio da Polícia Federal para investigar a atuação desses possíveis grileiros.

No momento da operação, um advogado compareceu ao local e se apresentou à polícia como representante do suspeito. Ao Metrópoles, o advogado Osvaldo Eustáquio afirmou que não tinha nenhum comentário.

O material utilizado na ocupação será apreendido e encaminhado à Terracap, e a área permanecerá embargada e sob monitoramento.

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