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Distrito Federal

Identidade pet: DF inicia cadastro de identificação de cães e gatos

A iniciativa cria um banco de dados de cães e gatos do Distrito Federal a partir da "identidade pet"

23/02/2026 16:05, atualizado 24/02/2026 10:57
Joel Rodrigues/Agência Brasília
Identidade pet: DF inicia cadastro de identificação de cães e gatos

O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibilizou a “identidade pet”, um cadastro on-line de animais domésticos, exclusivo para cães e gatos, a partir do Cadastro de Identificação Animal (Cria). A iniciativa busca, de acordo com o governo, combater o abandono e fortalecer políticas públicas de bem-estar desses animais. Para quem deseja transformar oficialmente o pet em um membro da família, pode acessar o Cria.

Para cadastrar o animalzinho é necessário fornecer dados pessoais do tutor e informações básicas como número do microchip, nome, idade, raça e esclarecimentos sobre castração e saúde. Vale ressaltar que é obrigatório que o animal esteja microchipado ser cadastrado.

Como funciona

O cadastro tem como objetivo se tornar um banco de dados seguro e permanente de cães e gatos do Distrito Federal. Além do controle e das estratégias integradas de combate ao abandono, a identificação dos animais ajuda na organização de campanhas como as de castração, os programas de controle populacional e as políticas de adoção responsáveis.

Com a nova implementação, os pets passam a ser reconhecidos pelo Estado. O cadastro identifica rapidamente o bicho e, consequentemente o tutor, o que facilita o reencontro, ou em outros casos, como o de abandono e maus-tratos, o resgate e a responsabilização judiciária do dono.

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O secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha, acredita que o Cria é um avanço significativo “na forma como o DF cuida dos seus animais”, e diz que “o programa fortalece a posse responsável, amplia a proteção contra o abandono, garante mais segurança para os animais e também para os tutores”, diz.

“É uma política pública que reconhece cães e gatos como parte das famílias, e assegura que eles estejam sob o cuidado da sociedade e do Estado”, finaliza.

Além do DF, o programa funciona em municípios de Goiás (GO) e de Minas Gerais (MG).