
Grass sobre paralisação de professores: "Papel do governo é sentar e ouvir".
Durante panfletagem no Guará, o candidato ao GDF Leandro Grass falou sobre o movimento dos professores marcado para quarta-feira (21/10)

Em protesto contra o suposto cerceamento de liberdade da comunidade escolar e por melhores condições de ensino, o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) mobilizou uma paralisação geral das escolas nesta quarta-feira (21/10). Do ponto de vista do candidato Leandro Grass (PT), o papel do governo é sentar e ouvir os educadores.
O petista comentou sobre a situação durante panfletagem no Centro de Ensino Médio do Guará, na manhã desta terça-feira (20/10). “Qualquer tipo de cerceamento, de repressão sobre a liberdade de escolha das pessoas, é um problema. Então, acredito que o papel do governo nesse momento é sentar e ouvir os professores”, afirmou.
Para Grass, a comunidade escolar precisa ser ouvida e respeitada. “Acredito que o governo tem que respeitar quem tá no dia a dia da escola. Tem que saber ouvir, não pode se impor. A gente está num momento de campanha, de eleições. A liberdade é um direito fundamental”, completou.
Segundo o postulante ao Palácio do Buriti, todos os servidores públicos, independente da carreira, têm o direito de reivindicar seus direitos e suas questões.

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O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) convocou uma paralisação geral dos profissionais da rede pública de ensino nesta quarta-feira (21/10). Segundo o sindicato, todas as escolas públicas do DF vão aderir, com suspensão das aulas ao longo do dia. A manifestação está marcada para as 9h, na Praça do Buriti.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFA Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por sua vez, informou que a adesão à paralisação é facultativa e que cabe a cada profissional decidir se participará do ato. A pasta afirmou, ainda, que eventuais aulas suspensas serão repostas conforme o calendário escolar, para garantir o cumprimento dos 200 dias letivos e evitar prejuízos à aprendizagem dos estudantes.
O Sinpro-DF afirma que a paralisação busca mudanças na condução da política educacional do DF e mais diálogo entre o governo e os profissionais da rede pública.
