
"Melhor pesquisa é a urna", diz Grass após primeira Datafolha para 2º turno
Candidato ao GDF relativizou resultados de pesquisa que aponta Celina Leão como favorita à reeleição. Grass aposta em 'Data Povo'

O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Leandro Grass (PT) relativizou os resultados da pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (8/10) que apontou Celina Leão (PP) à frente dele na disputa pelo Buriti. O petista afirmou que os levantamentos eleitorais erraram no primeiro turno e defendeu que o resultado das urnas é o que define a eleição.
“Se as pesquisas estivessem certas no primeiro turno, não estaríamos conversando com vocês. [Os levantamentos] erraram por cinco pontos — algumas, mais. A melhor pesquisa é a da urna, é o ‘Data Povo’. São eles quem vão decidir para valer”, afirmou Grass.
A declaração foi dada em entrevista à Rádio Nova Brasil, onde repercutiu-se os resultados da pesquisa. No levantamento divulgado na noite dessa quinta-feira (8/10), Celina Leão aparece com 55% das intenções de votos, contra 37% de Grass.
“No dia 25 de outubro, a população vai dizer se ela quer mudar ou se quer continuar do jeito que está, com pessoas morrendo na fila da UPA [Unidade de Pronto Atendimento], na porta do Hospital de Base”, completou o candidato.

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Durante a entrevista, o candidato também criticou a aplicação de, segundo ele, R$ 120 milhões da área da saúde no Banco de Brasília (BRB).
“A Celina Leão, poucos dias antes da eleição, pegou R$ 120 milhões da saúde e jogou para dentro do BRB para render. Dinheiro público não é para ser investido em banco que está sendo investigado de crime”, destacou Grass, ao lado da candidata a vice-governadora Dora Gomes (PV).
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFComo proposta para a instituição, o postulante ao Buriti defendeu a divulgação dos balanços financeiros, a transparência dos dados e a elaboração de um plano de recuperação.
“No meu governo, o futuro do Banco é transparência. Vamos abrir o balanço, colocar na mesa os dados e discutirmos quais são as soluções”, prometeu. “Quero resolver o problema do BRB com planejamento de captação de recursos, de fundos nacionais e internacionais”, encerrou.
