GDF pode economizar R$ 8 milhões com carros elétricos para servidores

O projeto-piloto vai começar com os funcionários do GDF em agosto e, depois, se estenderá para a população

Francisco Dutra/MetrópolesFrancisco Dutra/Metrópoles

atualizado 20/05/2019 17:53

O projeto de carros elétricos compartilhados poderá trazer economia de R$ 8 milhões para os cofres públicos do Governo do Distrito Federal (GDF). Os cálculos são da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), parceira do Buriti na iniciativa que deverá ter início a partir de agosto deste ano.

O projeto-piloto vai começar com os servidores do GDF. Serão 20 unidades inicialmente. Hoje o gasto do governo com combustível e manutenção de veículos tradicionais é de aproximadamente R$ 16 milhões anuais.

Segundo a ABDI, a velocidade máxima recomendada para o automóvel elétrico é de 80 km/h, mas o condutor pode atingir 100 km/h. Os carros, inicialmente, irão trafegar apenas no Plano Piloto, Esplanada dos Ministérios e na Cidade Administrativa do GDF. Além disso, a circulação será controlada por uma central de monitoramento.

Na segunda fase do projeto, os veículos serão disponibilizados para a população. O investimento da ABDI é de R$ 2,3 milhões. A produção de um carro custa R$ 100 mil. De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, Gilvam Máximo, o custo do projeto para o DF é zero.

O carro é do modelo Twist, da marca Renault. As unidades virão com câmera de ré. Até o final do ano, o GDF terá 100 eletropostos para a recarga das unidades, construídos com a ABDI e outros parceiros.

Até outubro, a associação deverá doar mais 30 unidades. Com a frota de 50 carros, o serviço será aberto para a população. De acordo com Máximo, o GDF tem a intenção de comprar mais 50 veículos, caso o projeto tenha bons resultados. O valor da compra não está definido.

O GDF revelou que existem montadoras interessadas em instalar plantas de produção dos carros elétricos no DF.

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