GDF estuda criação de corredor cultural na W3 Sul, com exposições e feiras

Projeto prevê faixa de atividades aos domingos e feriados, entre 504 e 508 Sul, com feiras gastronômicas, artesanais e de produtos agrícolas

atualizado 08/11/2020 17:13

ruaRenato Alves/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) estuda criar um corredor cultural e econômico na W3 Sul, para estimular o comércio e revitalizar a avenida, uma das mais antigas da capital. A iniciativa prevê uma faixa de atividades aos domingos e feriados entre as superquadras 504 e 508 Sul. Nesses dias, a W3 Sul é fechada ao trânsito de veículos, entre as quadras 3 e 15, sendo liberada exclusivamente à circulação de pedestres e ciclistas, das 6h às 17h.

O projeto é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF) e da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF (CDL-DF). A proposta das entidades foi encaminhada ao governador Ibaneis Rocha (MDB) e está sob análise das secretarias de Economia, de Cultura e Economia Criativa, e de Turismo.

O corredor cultural terá exposições e feiras gastronômicas, artesanais e de produtos agrícolas, além de apresentações musicais, teatro e rodas de leitura. A modernização do espaço do Sesc na 504 é outra proposta dos comerciantes.

“A W3 Sul tem várias vocações e a cultura é uma delas. O governo não tem medido esforços para reativar a importância histórica da via entre obras, espaço de esporte e lazer e, agora, a cultura”, ressalta o secretário de Governo do DF, José Humberto.

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Emprego e renda

Para o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, o corredor cultural como parte do Viva W3 é uma forma de incentivar a economia local, atraindo empresários e gerando emprego e renda. “A medida que o projeto for dando certo, vamos ampliando as atividades”, adianta.

À frente também da proposta, o presidente da CDL-DF, José Carlos Magalhães, aposta em outra meta do projeto: a de reaproximar os moradores na via mais antiga da cidade. “Foram anos sem investimento na W3 Sul, então é natural que as pessoas esqueçam desse lugar. Porém, queremos que ela volte a ser um ponto de encontro”, comenta. (Com informações da Agência Brasília)

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