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Filha de flamenguista espancado deu mata-leão em palmeirense para ajudar pai

Em depoimento, a vítima disse que sua filha ouviu a gritaria e desceu para ajudar após vê-lo ensanguentado

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Material cedido ao Metrópoles
palmeirenses espancam flamenguista
1 de 1 palmeirenses espancam flamenguista - Foto: Material cedido ao Metrópoles

A filha do torcedor do Flamengo que foi espancado por palmeirenses na madrugada desse domingo (30/11), na quadra 105 do Sudoeste, após uma discussão depois da final da Copa Libertadores, tentou ajudar o pai durante a briga.

Em depoimento à Polícia Civil (PCDF), a vítima disse que, durante a confusão, sua filha ouviu a gritaria e avistou o pai caído ao chão, sangrando, e tentou intervir, pedindo para que eles parassem com as agressões e chegou a segurar o braço de um dos autores.

Foi quando os palmeirenses teriam voltado com as agressões e, para socorrer, a filha do flamenguista tentou imobilizar um dos autores com um mata-leão, momento em que as pessoas que testemunharam a briga intervieram novamente e afastaram os agressores.

Na sequência, de acordo com o depoimento do flamenguista, o segundo indivíduo se ajoelhou em seu corpo e passou a dar-lhe murros no rosto e cotoveladas. Nesse momento, pessoas que passavam pelo local interviram.

Movimento de luta

A vítima afirmou que a confusão começou depois que os autores, ao tê-lo identificado pela camisa como um torcedor do Flamengo, se colocaram em frente à portaria do prédio em que mora e disseram “você não vai subir”.

Depois disso, a vítima teria dito que iria subir e, na sequência, um dos indivíduos deu um soco em seu rosto e agarrou suas pernas em um movimento de luta conhecido como “double-leg”, jogando-o ao chão.

Em seguida, segundo a vítima, quando ela tentava se levantar do chão, foi novamente atingida por um chute, que o derrubou da altura de, aproximadamente, seis degraus de escada.

O flamenguista disse que as agressões que sofreu foram muito graves, “a ponto de ter temido pela sua vida no momento e que não ocorreram ferimentos mais graves em razão de ter noção de defesa pessoal”.

Até o momento, os palmeirenses não foram identificados. Quem tiver qualquer informação, pode denunciar por meio do 197 da PCDF. O caso é investigado pela 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro).

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