Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho discute o papel da IA nas redações

Em painel de abertura, editores de Metrópoles e da Folha de S.Paulo defenderam a sensibilidade humana como o diferencial do jornalismo

atualizado

metropoles.com

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Brasília (DF), 26/05/2026 O primeiro dia do 2º Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho reuniu profissionais da comunicação, estudantes e convidados para debates sobre os desafios, transformações e o futuro do jornalismo brasileiro. A programação contou com palestras, painéis e troca de experiências entre nomes importantes da área. Local: Antt
1 de 1 Brasília (DF), 26/05/2026 O primeiro dia do 2º Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho reuniu profissionais da comunicação, estudantes e convidados para debates sobre os desafios, transformações e o futuro do jornalismo brasileiro. A programação contou com palestras, painéis e troca de experiências entre nomes importantes da área. Local: Antt - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Começou nesta quarta-feira (27/5), o 2° Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho. Com foco no impacto e nas transformações da Inteligência Artificial (IA) na comunicação, o painel de abertura trouxe a “Roda de Conversa IA no Jornalismo”, que reuniu Luiz Prisco, diretor de performance do Metrópoles, e Dani Braga, editora de IA na Folha de S.Paulo.

O debate central girou em torno do uso da tecnologia nas redações. O painel discutiu e abordou como grandes veículos brasileiros incorporam a tecnologia de maneiras diferentes.

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O painel de abertura trouxe a "Roda de Conversa IA no Jornalismo", que reuniu Luiz Prisco, diretor de performance do Metrópoles, e Dani Braga, editora de IA na Folha de S.Paulo
Luiz Prisco revelou que, no Metrópoles, a tecnologia é assimilada de forma quase invisível, muito impulsionada pelo perfil jovem e dinâmico da redação
Mostrando como grandes veículos brasileiros incorporam a tecnologia de maneiras diferentes
Dani Braga explicou que a Folha trabalha com a tecnologia desde 2023, estabelecendo uma editoria própria de IA
O 2° Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho, começou com foco no impacto e nas transformações da Inteligência Artificial (IA) na comunicação
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O 2° Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho, começou com foco no impacto e nas transformações da Inteligência Artificial (IA) na comunicação

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O painel de abertura trouxe a "Roda de Conversa IA no Jornalismo", que reuniu Luiz Prisco, diretor de performance do Metrópoles, e Dani Braga, editora de IA na Folha de S.Paulo
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O painel de abertura trouxe a "Roda de Conversa IA no Jornalismo", que reuniu Luiz Prisco, diretor de performance do Metrópoles, e Dani Braga, editora de IA na Folha de S.Paulo

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Luiz Prisco revelou que, no Metrópoles, a tecnologia é assimilada de forma quase invisível, muito impulsionada pelo perfil jovem e dinâmico da redação
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Luiz Prisco revelou que, no Metrópoles, a tecnologia é assimilada de forma quase invisível, muito impulsionada pelo perfil jovem e dinâmico da redação

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Mostrando como grandes veículos brasileiros incorporam a tecnologia de maneiras diferentes
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Mostrando como grandes veículos brasileiros incorporam a tecnologia de maneiras diferentes

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Dani Braga explicou que a Folha trabalha com a tecnologia desde 2023, estabelecendo uma editoria própria de IA
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Dani Braga explicou que a Folha trabalha com a tecnologia desde 2023, estabelecendo uma editoria própria de IA

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Luiz Prisco revelou que, no Metrópoles, a tecnologia é utilizada de forma espontânea, muito impulsionada pelo perfil jovem e dinâmico da redação. “O Metrópoles usa a IA de uma maneira intuitiva e orgânica. Ela está presente no nosso dia a dia, como ferramenta para auxiliar a produção do conteúdo”, revelou Prisco.

Tecnologias como o Gemini e NotebookLM fazem parte do ecossistema natural dos repórteres para otimizar processos como a elaboração de pautas, transcrição de vídeos, confecção de títulos e artes.

Apesar das facilidades técnicas apresentadas, os palestrantes concordaram que o verdadeiro valor do jornalismo do futuro reside na sensibilidade humana para quebrar a previsibilidade das máquinas.

Prisco deixou uma provocação direta aos estudantes de jornalismo presentes no auditório sobre a sobrevivência no mercado de trabalho:

“O diferencial para mim está no que a gente vai conseguir trazer de humanidade. A grosso modo, a IA é um grande banco de dados que tira padrões. E talvez o grande charme do jornalismo, o grande diferencial do jornalismo, seja desafiar os padrões, seja buscar o que não está no padrão, seja olhar pro outro lado”, alertou o diretor do Metrópoles.

Dani Braga compartilha dessa visão, enfatizando que a IA carece de complexidade, ambiguidade e empatia. Citando o escritor britânico Ian McEwan, a editora relembrou que os algoritmos não possuem um corpo físico ou sentimentos reais.

“Não importa se é no impresso, no site ou no aplicativo. O que importa é que hoje é o Humano First. A IA entra para automatizar tarefas cotidianas para que o jornalista não desvie o foco do mais importante: a apuração. A IA ainda não corre atrás do novo”, pontuou Dani.

Sobre o festival

A diretora do Prêmio Engenho e idealizadora do festival, Kátia Cubel abriu o evento destacando a longa trajetória de planejamento do projeto e a importância da colaboração com o meio acadêmico, reforçando o compromisso dos estudantes com o amanhã.

“A curiosidade e o inconformismo movem o mundo. Só criaram o fogo porque alguém sentiu frio, e não queriam ficar na caverna. Crie também novas labaredas para iluminar e para gerar inovação, conhecimento e jornalismo de qualidade. Duvidem! Curiosidade, dúvida, inconformismo são para que vocês também contribuam para novas mudanças”, declarou Kátia.
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"Curiosidade, dúvida, inconformismo são para que vocês também contribuam para novas mudanças”, declarou Kátia
Idealizado para ser um espaço de troca profunda entre o mercado e a academia, o festival estende-se até esta quinta-feira (28/5)
O festival conta com a presença de diversas autoridades, jornalistas e representantes institucionais
O evento reúne 20 palestrantes de diferentes veículos de comunicação
A diretora do Diretora da Engenho Comunicação e idealizadora do festival, Kátia Cubel, abriu o evento destacando o histórico de preparo do festival
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A diretora do Diretora da Engenho Comunicação e idealizadora do festival, Kátia Cubel, abriu o evento destacando o histórico de preparo do festival

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"Curiosidade, dúvida, inconformismo são para que vocês também contribuam para novas mudanças”, declarou Kátia
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"Curiosidade, dúvida, inconformismo são para que vocês também contribuam para novas mudanças”, declarou Kátia

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Idealizado para ser um espaço de troca profunda entre o mercado e a academia, o festival estende-se até esta quinta-feira (28/5)
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Idealizado para ser um espaço de troca profunda entre o mercado e a academia, o festival estende-se até esta quinta-feira (28/5)

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O festival conta com a presença de diversas autoridades, jornalistas e representantes institucionais
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O festival conta com a presença de diversas autoridades, jornalistas e representantes institucionais

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O evento reúne 20 palestrantes de diferentes veículos de comunicação
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O evento reúne 20 palestrantes de diferentes veículos de comunicação

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Idealizado para ser um espaço de troca profunda entre o mercado e a academia, o festival estende-se até a quinta-feira (28/5), reunindo 20 palestrantes de diferentes veículos de comunicação do país.

A solenidade de abertura contou com a presença de diversas autoridades e representantes institucionais, incluindo Adauto Soares (Unesco), Ana Fraga (Secom da Presidência da República), Marco Sueci (Sesi Senai), Daniella Goulart (coordenadora do curso de jornalismo do Iesb), Patrícia Blanco (Instituto Palavra Aberta e Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional) e Ricardo Alcântara (Caixa).

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