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Distrito Federal

“Excelente notícia”, diz Celina após suspensão da greve dos rodoviários

Acordo realizado na noite deste domingo (27/9) entre a categoria e empresas colocaram fim na paralisação geral dos rodoviários

Luis Fellype Rodrigues/Metrópoles
Celina Leão

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), celebrou, em uma rede social, o fim das greves dos rodoviários. A categoria iria iniciar uma paralisação geral a partir das 0h desta segunda-feira (28/9), mas fizeram um acordo com as empresas de transporte horas antes do início da greve.

Em uma rede social, a governadora chamou de “excelente notícia” a informação do fim da paralisação que ocorreu graças ao acordo feito com intermédio da Secretaria de Transporte e Mobilidade e da Procuradoria Geral do DF, e a atuação do TRT-DF.

Acordo entre empresas e rodoviários põe fim a greve

O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal suspendeu a greve agendada para esta segunda-feira (28/9). A deliberação ocorreu após negociação com as empresas de ônibus e a Secretaria de Mobilidade, na noite deste domingo (27/9).

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O presidente da entidade, João Dão, confirmou o acordo e orientou a categoria a desmobilizar a paralisação que começaria na madurgada. “Devido a isso, nós deveremos comparecer amanhã, na madrugada, retornando-se ao trabalho em nossos devidos horários”, declarou.

Veja vídeo: 

O acordo aceito atende o que a categoria solicitou para não entrar em greve: aumento de 8% nos salários e 10% no tíquete-refeição e na cesta. Com isso, os ônibus deverão rodar normalmente nesta segunda (28/9).

Antes do fim da paralisação, o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) Dorival Borges de Souza Neto tinha determinado que os rodoviários mantivessem 80% das operações dos ônibus em horário de pico e 50% nos demais horários enquanto durasse a greve.

Os rodoviários reivindicavam aumento de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde.

Uma proposta apresentada pelas empresas de ônibus, no sábado (26/9), que previa reajuste salarial de 6%, foi rejeitada pelos profissionais.