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Distrito Federal

DF: ex-capa da Playboy cobrava R$ 1 mil por sexo com direito a cocaína

Flávia Tamayo, mais conhecida como Pamela Pantera, é investigada pela PCDF por tráfico de drogas

23/06/2020 05:22, atualizado 23/06/2020 11:03
Reprodução/Instagram
mulher deitada

Custava caro aos clientes da garota de programa Flávia Tamayo desfrutar de três horas de sexo com direito a cocaína. A prostituta de luxo, mais conhecida como Pamela Pantera, cobrava R$ 1 mil pelo “serviço completo”, segundo investigações da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) no âmbito da Operação Rede.

Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, e estrela de filmes eróticos da franquia Brasileirinhas, a mulher oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticado sempre eram acompanhados de carreiras de pó.

De acordo com as apurações, Flávia costumava cobrar R$ 250 por uma sessão de sexo oral e R$ 350 pelo vaginal. Por R$ 500,  o cliente poderia desfrutar do sexo anal e, por R$ 1 mil, teria direito a três horas de sexo estimulado pelo consumo de cocaína. Para abastecer os homens que desembolsavam grandes quantias pelos momentos de prazer, a garota de programa contava com o apoio de pelo menos três distribuidores. Alguns seriam taxistas.

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Segundo as investigações, as entregas eram feitas sempre pelos mesmos fornecedores em um flat no Setor Hoteleiro Norte, onde Flávia recebia quase todos os clientes.  O imóvel e todos os outros endereços vinculados a Flávia foram alvo de busca e apreensão. Os policiais conseguiram materializar provas robustas que confirmam o envolvimento da empresária, modelo, atriz e dançarina com o tráfico de drogas.

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Veja fotos de Flávia Tamayo: 

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Ela tem 120 mil seguidores nas redes sociais
Flávia é famosa na indústria do cinema pornô
A garota de programa morava em Águas Claras
A garota de programa também foi capa da Sexy
A jovem de 22 anos posou para a Playboy em Portugal
A garota de programa já foi presa em Florianópolis
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A garota de programa já foi presa em Florianópolis

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Ela tem 120 mil seguidores nas redes sociais
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Flávia é famosa na indústria do cinema pornô
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A garota de programa morava em Águas Claras
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A garota de programa também foi capa da Sexy
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A jovem de 22 anos posou para a Playboy em Portugal
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Flávia Tamayo também é conhecida como Pâmela Pantera
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Flávia Tamayo também é conhecida como Pâmela Pantera

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A garota de programa faz sucesso nas redes sociais
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A garota de programa faz sucesso nas redes sociais

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A garota venderia cocaína para os clientes mais abastados
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A garota venderia cocaína para os clientes mais abastados

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A morena coleciona clientela formada por servidores públicos federais
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A morena coleciona clientela formada por servidores públicos federais

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A garota de programa atendia em um flat de luxo no Setor Hoteleiro Norte
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A garota de programa atendia em um flat de luxo no Setor Hoteleiro Norte

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Apartamentos de Flávia Tamayo foram alvo de busca e apreensão
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Apartamentos de Flávia Tamayo foram alvo de busca e apreensão

Clientes intimados

Os homens que frequentavam o flat de Pamela Pantera e consumiram cocaína durante os programas deverão ser intimados nos próximos dias. O objetivo da PCDF é colher mais informações sobre como funcionava o esquema de tráfico organizado pela prostituta.

A estrela de filmes pornô possui  quase 120 mil seguidores em suas redes sociais e coleciona clientes ricos do funcionalismo público federal. São integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Após a publicação da matéria no Metrópoles, a garota de programa desativou o campo de comentários em suas redes sociais.

Operação

Flávia e outras garotas de programa foram alvos de mandados de busca e apreensão durante a operação deflagrada nessa sexta-feira (19/06), após investigações conduzidas pelas 5ª Delegacia de Polícia (área central). Ao todo, cerca de 200 policiais cumpriram 37 mandados de busca e apreensão em 10 regiões administrativas do Distrito Federal.

A ação policial da qual a prostituta foi alvo desmantelou seis grupos criminosos especializados no tráfico de cocaína e drogas sintéticas em áreas nobres de Brasília. Duas dessas quadrilhas eram formadas por garotas de programa.

A reportagem vinculados a ela: um apartamento em Águas Claras e o flat no Setor Hoteleiro Norte. A mulher estava em Florianópolis (SC) no momento da operação desencadeada pela PCDF. Ela teria viajado para a cidade catarinense a trabalho.