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Entorno e Goiás

Golpe do falso gerente: grupo que tomou R$ 412 mil de mulher é preso

Operação da PCGO prendeu, nesta quinta-feira (5/11), nove suspeitos. Também foram apreendidos carros de luxo e chips usados na fraude

05/11/2026 10:04
Divulgação/PCGO
Golpe do falso gerente: grupo que tomou R$ 412 mil de mulher é preso

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) cumpriu, nesta quinta-feira (5/11), nove mandados de prisão e 12 mandados de busca e apreensão contra uma quadrilha especializada no chamado golpe do falso gerente bancário. A fraude causou prejuízo de, aproximadamente, R$ 412 mil a uma vítima, moradora do Estado de Goiás.

De acordo com as investigações, os suspeitos se passavam por funcionários de bancos e, utilizando técnicas de engenharia social, entravam em contato com as vítimas e as induziam a realizar transferências bancárias.

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Chips de celulares utilizados nos crimes
Carros que estavam em posse da quadrilha
Carros que estavam em posse da quadrilha
Grupo preso pelo golpe do falso gerente
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Grupo preso pelo golpe do falso gerente

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Chips de celulares utilizados nos crimes
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Chips de celulares utilizados nos crimes

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Carros que estavam em posse da quadrilha
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Carros que estavam em posse da quadrilha

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Carros que estavam em posse da quadrilha
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Carros que estavam em posse da quadrilha

Divulgação/PCGO

As investigações constaram que o grupo comprava diversos chips para montar uma infraestrutura telefônica e executar a fraude. Os investigados também utilizavam contas bancárias de laranjas para o recebimento dos valores das vítimas.

Além dos chips, a PCGO chegou a apreender carros, entre eles um Audi, em uma das casas que foram alvo de busca e apreensão.

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A ação policial, batizada de Operação Pecúnia Olet, foi deflagrada pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (GREF).

A operação contou com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública e das Polícias Civis do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo, com diligências em Santos (SP), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre, Novo Hamburgo e São Leopoldo (RS).

Agora, a ação busca identificar todos os envolvidos, esclarecer a participação de cada investigado e reunir novas provas para a elucidação do esquema criminoso.