Cadeirante precisa de ajuda de PMs para ter acesso a local de votação

Bibliotecária Claudia Maria Vilela teve dificuldade para chegar à sua seção no Colégio Marista, na 609 Sul, e contou com solidariedade

Luís Nova/Especial para o MetrópolesLuís Nova/Especial para o Metrópoles

atualizado 28/10/2018 14:14

A bibliotecária Claudia Maria Vilela contou com a ajuda de policiais militares para chegar até a seção de votação, no Colégio Marista, na 609 Sul, onde já estudou.

“O local tem acessibilidade porque os policiais estão me apoiando. Na faixa de pedestres, por exemplo, não há rampa. Nós temos que puxar a orelha de quem cuida disso. Vamos torcer para um Brasil melhor, com mais humanidade e mais cidadania”, disse a bibliotecária.

O cadete Garcês foi um dos policiais que acompanhou Claudia no seu caminho até o local de votação. Com um sorriso no rosto, ele falou sobre a satisfação em poder ajudar. “É muito gratificante. A Polícia Militar está sempre atenta a esses casos e sempre que possível a gente tenta ajudar. É o papel que nós temos para além da nossa função institucional”, comenta.

Águas Claras
Cadeirante, o militar reformado Melquias Ribeiro da Silva, 61, votou na Unieuro, em Águas Clars. Ele disse que não teve problemas de acessibilidade para votar na seção eleitoral 380, que fica no segundo andar da faculdade. Melquias subiu pela rampa. ”Aqui não teve problema. Mas, na cidade em geral, é bem difícil de se locomover”, garantiu.

 

 

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