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Educação

Estudantes da UnB sofrem com problemas na infraestrutura de prédio recém-restaurado

O edifício que abriga o Instituto de Artes passou um ano em reformas, mas ainda tem infiltrações, carteiras quebradas e carece de iluminação

17/10/2015 06:13, atualizado 17/10/2015 11:48
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Estudantes da UnB sofrem com problemas na infraestrutura de prédio recém-restaurado
Estudantes da UnB sofrem com problemas na infraestrutura de prédio recém-restaurado

Após um ano de reformas, o SG1, prédio que abriga o Instituto de Artes (IDA) da Universidade de Brasília (UnB), foi entregue com praticamente os mesmos problemas de antes. Inaugurado oficialmente na sexta-feira (16/10) pelo reitor Ivan Camargo, o local ainda tem infiltrações, carteiras quebradas, salas sendo usadas como depósito de entulho e falta de iluminação noturna.

“São os mesmos problemas que obrigaram o fechamento do prédio”, diz Mateus Raynner, um dos representantes do Centro Acadêmico de Artes da UnB. “Isso só deixa claro como a atual reitoria não se importa com um dos cursos mais tradicionais da instituição”, lamenta.

Confira a galeria de fotos de alguns problemas encontrados no local

Estudantes da UnB sofrem com problemas na infraestrutura de prédio recém-restaurado - destaque galeria
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Os banheiros são novos, mas as portas não funcionam mais. Se fechadas, os alunos não têm como abri-las
Infiltração no teto recém-pintado
Diversas carteiras já não têm mesas, que ficam empilhadas no chão da sala
Espaços destinados para aulas ao ar livre não têm iluminação e são usados como depósito
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Espaços destinados para aulas ao ar livre não têm iluminação e são usados como depósito

Os banheiros são novos, mas as portas não funcionam mais. Se fechadas, os alunos não têm como abri-las
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Os banheiros são novos, mas as portas não funcionam mais. Se fechadas, os alunos não têm como abri-las

Infiltração no teto recém-pintado
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Infiltração no teto recém-pintado

Diversas carteiras já não têm mesas, que ficam empilhadas no chão da sala
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Diversas carteiras já não têm mesas, que ficam empilhadas no chão da sala

A reforma, orçada em R$ 1 milhão, fez parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). O prometido era que, em um semestre, seria feita uma manutenção estrutural no prédio, visto que o local não passava por nenhuma manutenção desde a década de 1990. Porém, quando reabriu, após seis meses de atraso, os alunos perceberam que pouco havia sido feito. “Não fizeram nada além de arrumar os banheiros e passar uma demão de tinta”, diz uma das professoras do local, que preferiu não se identificar.

O Metrópoles entrou em contato com a Universidade de Brasília, porém não recebeu resposta até o momento.