Dono de oficina morto por funcionário será enterrado nesta sexta (8/5)
O velório de Flávio Cruz Barbosa, 49 anos, ocorrerá a partir das 14h30, no Cemitério de Sobradinho
atualizado
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Assassinado a facadas por um funcionário nessa quarta-feira (6/5), o empresário Flávio Cruz Barbosa, de 49 anos, será sepultado na tarde desta sexta-feira (8/5). O velório ocorrerá no Cemitério de Sobradinho, a partir das 14h30.
O dono da oficina, localizada no Setor de Oficinas Norte (SOF Norte), no Lago Norte (DF), foi morto dentro do próprio estabelecimento de restauração de carros antigos por volta das 11h30.
No comunicado, Flávio é descrito como um “amante e restaurador de carros antigos”.
“Sua paixão marcou amigos, familiares e todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Sua alegria, carisma e amor pela vida deixarão saudades eternas em nossos corações”, diz o texto.

Entenda o caso
– Por volta das 11h, Eduardo Jesus Rodrigues entrou na oficina e encontrou o patrão sentado. O chefe dele era Flávio Cruz Barbosa, 49 anos;
– As imagens de câmeras de segurança flagraram Eduardo dando uma “voadora” na cabeça de Flávio, que parece ficar desacordado com o golpe. Segundos depois, o criminoso dá várias facadas no patrão;
– Em seguida, Eduardo derruba Flávio e dá sequência às agressões. O criminoso ainda usou uma roda para golpear o patrão.
– Por fim, o autor sai arrastando o corpo de Flávio, deixando um rastro de sangue no chão da oficina. O homem morreu no local;
– Flávio Cruz Barbosa era dono da oficina OUD. Ele havia acabado de retornar de uma viagem a trabalho para Alexânia com o irmão, Leonardo Cruz.
Preso em flagrante
Eduardo Jesus Rodrigues, preso em flagrante após o crime, e passou por audiência de custódia nesta quinta-feira. A Justiça determinou a manutenção da prisão do acusado.
Sem se preocupar em fugir de imediato, ele foi preso a poucos metros do local do crime, de acordo com a Polícia Militar (PMDF).
“Ele estava sentado, com uma garrafa de água e fumando”, confirma o major Edimar Oliveira, porta-voz da corporação.
Segundo o policial, Eduardo confessou o crime e não resistiu à prisão. “Ele não reagiu à abordagem. Falou que tem problemas psicológicos, confessou [o crime] e falou que a motivação foi vingança”, encerrou.
















