Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Dono de cadela perseguida e morta presta depoimento e pede justiça

Jairo Rodrigo de Oliveira, dono de Margô, quer que o responsável por atropelar o animal propositalmente seja punido

03/11/2021 18:12, atualizado 03/11/2021 18:31
Reprodução
Caminhonete persegue cadela em rua

Dono da cadela Margô há sete meses, Jairo Rodrigo de Oliveira, 43 anos, prestou depoimento na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) nesta quarta-feira (3/11) para ajudar os investigadores a identificarem o motorista que perseguiu, atropelou e matou o animal na noite dessa terça-feira (2/11). Câmeras do Setor de Mansões Park Way (SMPW) flagraram o momento em que o condutor de uma caminhonete branca acelera e passa por cima da cachorrinha.

Como a qualidade das imagens não é tão boa, não foi possível identificar a placa do carro, mas Jairo repassou à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) o nome de um suspeito.

Como o Metrópoles revelou, o vídeo mostra Margô indo atrás de uma motocicleta e recuando após ser chamada pelo dono. Poucos segundos depois, ela volta correndo, mas dessa vez com uma caminhonete em alta velocidade em seu encalço. Pelo vídeo, fica claro que o condutor não freia, mesmo com a cadelinha à sua frente. O animal morreu na hora.

Confira os frames

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF
Dono de cadela perseguida e morta presta depoimento e pede justiça - destaque galeria
3 imagens
O animal depois volta correndo com uma caminhonete bem atrás
O veículo não reduz a velocidade e passa por cima dela
Cadela vai atrás de uma motocicleta e recua
1 de 3

Cadela vai atrás de uma motocicleta e recua

Reprodução
O animal depois volta correndo com uma caminhonete bem atrás
2 de 3

O animal depois volta correndo com uma caminhonete bem atrás

Reprodução
O veículo não reduz a velocidade e passa por cima dela
3 de 3

O veículo não reduz a velocidade e passa por cima dela

Reprodução

Jairo conta que a cadela foi até o portão e começou a latir pedindo para sair na noite de terça. Ele abriu o portão e ficou observando. “É noite de feriado, então fui deixar ela andando um pouco. Passou uma moto, eu chamei e a Margô parou de correr. Só que depois veio uma caminhonete: eu gritei, abanei as mãos e o motorista simplesmente acelerou”, lamenta.

Para o companheiro de Margô, o fim do convívio é o que o deixa “destroçado”.

“Eu queria ter um sentimento de revolta, mas não consegui ter. Mas fica um buraco, um vazio. Eu estou trabalhando agora, vou chegar em casa e sei que minha cachorrinha não vai estar lá para brincar com a gente. Não vai ter isso: ela pulando, pedindo o biscoitinho, ficando perto da gente”, desabafa.

Veja o vídeo:

Jairo pede que seja feita Justiça após as apurações. “Quero que o responsável pague com as leis que tem hoje no país pelo que ele fez com a minha cachorra”, reivindica.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters