*
 

A Secretaria de Saúde registrou 588 casos prováveis de dengue em moradores da capital nos primeiros três meses deste ano. No mesmo período, a pasta identificou a doença em 33 residentes de outras unidades da Federação. Uma pessoa morreu. De janeiro a março de 2017, foram quatro óbitos.

Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 14 da pasta, divulgado nessa quarta-feira (4/4), e são referentes à 13ª semana epidemiológica (de 25 a 31 de março). As regiões administrativas com o maior índice registrado de dengue são Planaltina (108); Samambaia (82); Paranoá (58); Itapoã (54); Taguatinga (47); Ceilândia (40) e São Sebastião (39).

A faixa etária com maior incidência é de pessoas de 29 a 49 anos (44,71%), seguida por crianças e adolescentes de 5 a 19 anos (24,06%). Adultos e idosos de 50 a 80 anos representam 12,8% do total, e crianças menores de 5 anos são 18,43%.

Zika e chikungunya
O boletim apresenta casos de febre chikungunya e de zika vírus — outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Nesse período, foram registrados 24 casos prováveis de febre chikungunya, sendo 23 em moradores do DF.

As localidades que tiveram casos são Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, SCIA, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. O zika vírus foi diagnosticado em nove moradores do DF. Taguatinga teve quatro casos; Ceilândia, um; Recanto das Emas, um; Riacho Fundo I, um; Samambaia, um; e Santa Maria, um.

Cuidados para evitar o Aedes aegypti
O mosquito se reproduz na água. Para evitar a proliferação do inseto, é preciso tomar alguns cuidados para não desenvolver criadouros, entre eles:

Eliminar objetos que possam acumular água, como embalagens usadas, potes e latas
Colocar areia em pratinhos de plantas
Evitar acúmulo de entulho
Usar telas em janelas e em portas
Manter a caixa d’água tampada