DF Legal faz operações contra obras de grileiros ainda em fase inicial

A intenção da Operação Pronto Emprego é atuar nas 33 Regiões Administrativas da capital a fim de coibir invasões

atualizado 09/08/2020 16:58

Operação DF LegalDF Legal/Divulgação

A Secretaria DF Legal quer acabar com ocupações irregulares no Distrito Federal desde o início das irregularidades. Os fiscais da pasta atuarão nas 33 regiões Administrativas da capital com a Operação Pronto Emprego.

Neste domingo (9/8), fiscais foram ao Park Way, próximo à Quadra 5, onde atenderam denúncia da população de que grileiros estavam iniciando construções irregulares. Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar do DF (PMDF), os servidores da pasta demoliram estruturas em uma área de proteção ambiental.

“A DF Legal conforme as diretrizes da nova gestão, empreendeu a Operação Pronto Emprego, demolindo todas as estruturas que estavam dentro de área de proteção ambiental e à beira do córrego apreendendo os materiais. Realizando a ação ainda na fase inicial, coibindo as ocupações irregulares e reduzindo os impactos financeiros, inclusive aos próprios infratores, desgastes políticos e sociais”, explica o Secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira.

48 horas

A proposta é que as operações não demorem mais do que 48 horas para desobstruir áreas invadidas. Para isso, foram realizadas parcerias com todas as administrações regionais, com a Secretaria de Segurança Pública, Secretaria de Governo, Secretaria Executiva das Cidades, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Seduh) e Secretaria de Desenvolvimento Social, bem como outros órgãos de fiscalização e forças de segurança.

“Essa é uma premissa do governador Ibaneis Rocha (MDB). Ele quer uma gestão em bloco e integrada, como um só governo”, diz Mangueira.

Na última semana, foram realizadas ações na 26 de Setembro, em Vicente Pires, em Arniqueiras, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, além do Park Way. Assista vídeo:

Para as próximas semanas, estão previstas ações em São Sebastião, Planaltina e mais quatro cidades.

Em todas as ações, com a ajuda das forças de segurança, os infratores têm sido identificados e denunciados para instituições parceiras, como a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema).

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