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Distrito Federal

Deputado sobre atuação de colega em escola: "Abuso de ainda não autoridade"

Gabriel Magno disse que vai acionar Estéfane Sampaio por abuso de autoridade, desacato ao servidor público e uso indevido de imagem

20/10/2026 16:59
Reprodução/redes sociais
Deputado sobre atuação de colega em escola: “Abuso de ainda não autoridade”

O deputado distrital Gabriel Magno (PT) criticou, na tarde desta terça-feira (20/10), a intervenção da parlamentar eleita Estéfane Sampaio (Republicanos), que foi até o Centro Educacional 6 do Gama pedir a transferência de um aluno por suposta “perseguição ideológica”.

Durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa (CLDF), Magno lamentou a situação. “Uma recém-eleita deputada distrital, no abuso de sua ainda não autoridade, invadiu a escola para tentar constranger o diretor, professores e servidores do local, com a falsa alegação de que estavam promovendo doutrinação e perseguição ideológica contra um estudante”, afirmou.

O distrital comentou ainda que vai acionar o Ministério Público (MPDFT) e a Polícia Civil (PCDF) contra Estéfane Sampaio “por abuso de autoridade, pelo desacato aos servidores públicos, pelo uso indevido e ilegal da imagem de estudantes e servidores, que já estão sofrendo ameaças de mortes nas redes sociais por conta de uma falácia”.

Entenda

A parlamentar eleita foi até o CED 6 do Gama e, em um vídeo publicado nas redes sociais, disse que um estudante de 16 anos “foi perseguido na escola por se declarar de direita”.

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“Contabilizaram faltas injustas, a professora colocava fone de ouvido e o ignorava quando pedia para ir ao banheiro e, se fosse, ela lhe dava uma advertência. Isso é só parte do que acontecia com esse garoto de 16 anos, simplesmente porque um dia falou para um colega que votaria no Flávio [Bolsonaro] e a professora escutou”, completou a deputada.

“O que a gente quer é a carta de transferência para ele conseguir ir para um outro colégio onde ele não sofra perseguição ideológica”, completou a deputada. Ao final do vídeo publicado nas redes sociais, Estéfane afirmou que conseguiu trocar o aluno de unidade.