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Distrito Federal

Depois da Falso Negativo, MPDFT quer acesso aos dados bancários do Iges-DF

Promotores entraram na Justiça com pedido de permissão para fiscalizar movimentações financeiras do instituto

26/08/2020 15:01, atualizado 26/08/2020 15:45
JP Rodrigues/ Metropoles
UPA

Após deflagrar a segunda fase da Operação Falso Negativo, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou na Justiça para ter acesso aos dados bancários do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF).

Segundo o MPDFT, a Secretaria de Saúde repassa aproximadamente R$ 1 bilhão por ano ao instituto. Nesse sentido, faz parte da missão do Ministério Público a fiscalização dos gastos públicos.

Veja imagens da operação:

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5 imagens
Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal
Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF
Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois
Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos
Operação Falso Negativo
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Operação Falso Negativo

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal
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Entre os alvos, estiveram gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF
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Operação foi deflagrada pelo MPDFT e pela PCDF

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois
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Operação Falso Negativo do MPDFT levou seis integrantes da Secretaria de Saúde do DF à prisão, inicialmente. Mais dois foram presos depois

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos
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Grupo é acusado de fraudar contratos e desviar recursos públicos

Rafaela Felicciano/Metrópoles

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De acordo com a instituição, as movimentações financeiras do Iges não estão inseridas no Sistema Integral de Gestão Governamental (Siggo), ferramenta para monitoramento das despesas públicas no DF.

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Assim, os promotores pedem acesso às movimentações financeiras do instituto. O mandado de segurança é assinado pela Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) e a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep).