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Distrito Federal

Dengue "não é privilégio do DF", diz Celina Leão sobre crise da doença

Em agenda na manhã desta 3ª feira, vice-governadora do DF afirmou que dengue afeta outras partes do país e também preocupa governo federal

Francisco Dutra06/02/2024 12:27, atualizado 06/02/2024 14:55
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Bloomberg Creative Photos/ Getty Images
Mosquito dengue - Metrópoles

A vice-governadora Celina Leão (PP) declarou, nesta terça-feira (6/2), que a epidemia de dengue no Distrito Federal não representa “um privilégio” da capital do país e que se tornou preocupação, também, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala se deu após inauguração da reforma da Praça das Artes, na Concha Acústica de Brasília.

“Ontem [segunda-feira], o presidente da República estava com o presidente da OMS [Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom], para falar sobre a dengue. Mas ela não é um privilégio do DF. É um problema do mundo”, afirmou Celina.

Até o último sábado (3/2), o Distrito Federal registrou 47.417 casos prováveis de dengue. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) confirmou 11 mortes.

Ainda em relação ao assunto, Celina relembrou a postura do governador Ibaneis Rocha (MDB) no início da pandemia da Covid-19 ao Distrito Federal. “Qual foi o primeiro estado que fechou? O DF. Nós sempre estaremos à frente quando for [necessário] tomar medidas para proteger a população”, destacou.

A vice-governadora acrescentou que o Executivo local adotou um modelo de combate 24 horas por dia para tentar frear a explosão de casos e devido ao “estrangulamento” da rede privada. “Estamos fazendo todos os esforços, colocando tendas nas ruas, aceitando a ajuda das pessoas que querem nos ajudar”, completou Celina.

Concha Acústica

O evento dessa manhã ocorreu para entrega das obras de R$ 8,2 milhões para revitalização da Praça das Artes. O espaço ganhou novo sistema de drenagem e terá mais acessibilidade, após a construção de calçadas de concreto e de ciclovias.

A obra ocorreu por meio de convênio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

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