Delegado-geral sobre tiros em festa clandestina no DF: “Não existe impunidade”

Robson Cândido afirma que criminosos ostentando armas de fogo pelas ruas do DF serão identificados e presos

atualizado 29/12/2020 19:44

Robson Cândido, diretor-geral da PCDFAndré Borges/Metrópoles

Robson Cândido, delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, se manifestou sobre o caso em que quatro homens foram gravados atirando para o alto durante uma festa clandestina em Santa Maria. Segundo ele, criminosos que ostentarem armas de fogo pelas ruas do DF serão identificados e presos.

“Trabalhamos rapidamente para dar uma resposta enérgica. Não existe impunidade na capital da República quando o assunto é reprimir a ação de criminosos”, disse.

Imagens publicadas em redes sociais sobre a festa clandestina, que ocorreu na tarde de sexta-feira (25/12), mostram jovens armados com pistolas automáticas atirando para o alto, enquanto dezenas de pessoas cantam, dançam e filmam. A confraternização ocorreu no meio da rua, no Conjunto H da Quadra 204.

A 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) efetuou, nesta terça-feira (29/12), a primeira prisão relativa ao caso. Leonardo Vinicius Otaviano é um dos quatro homens filmados atirando para o alto e foi detido. Os outros três seguem foragidos.

Quem tiver informações sobre a localização dos envolvidos pode denunciar mediante o disque 197. A PCDF garante o sigilo.

Veja o vídeo:

O poder de fogo das pistolas fica evidente quando os homens disparam rajadas para o alto. Outros jovens, também armados, sacam revólveres e também dão tiros para o alto.

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Uma tenda foi armada, e a rua, bloqueada para o trânsito de veículos. Vários carros equipados com som encarregavam-se de embalar a festa clandestina, regada a drogas e bebidas alcóolicas. Em determinado momento, um jovem saca uma pistola com pente alongado. A arma seria da marca austríaca Glock, do mesmo modelo usado pela PCDF.

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